quarta-feira, 1 de julho de 2009

"Trabalho há mais de 30 anos com escola que não tem aula, série e

"Trabalho há mais de 30 anos com escola que não tem aula, série e
prova, e dá certo", diz educador português

Simone Harnik
Em São Paulo

http://educacao.uol.com.br/ultnot/2009/06/30/ult105u8320.jhtm

Idealizador da Escola da Ponte, em Portugal, instituição que, em 1976,
iniciou um projeto no qual os estudantes aprendem sem salas de aula,
divisão de turmas ou disciplinas, o educador português José Pacheco
afirma que as escolas tradicionais são um desperdício para os
estudantes e os professores.

"O que fiz por mais de 30 anos foi uma escola onde não há aula, onde
não há série, horário, diretor. E é a melhor escola nas provas
nacionais e nos vestibulares", diz. "Dar aula não serve para nada. É
necessário um outro tipo de trabalho, que requer muito estudo, muito
tempo e muita reflexão."


Aos 58 anos, o professor que classifica autores como Jean Piaget como
"fósseis", fez uma peregrinação pelo país. No trabalho de prospecção
de boas iniciativas em colégios brasileiros, Pacheco só não conheceu
instituições do Acre e do Amapá e diz ter somado cerca de 300 voos no
último ano.

Com a experiência das viagens, escreveu dois livros de crônicas: o
"Pequeno Dicionário de Absurdos em Educação", da editora Artmed, e o
"Pequeno Dicionário das Utopias da Educação", da editora Wak. Aponta
ainda que a educação brasileira não precisa de mais recursos para
melhorar: "O Brasil tem tudo o que precisa, tem todos os recursos e os
desperdiça". Veja a entrevista:

O educador português José Pacheco
UOL Educação - Em suas andanças pelo país, qual o absurdo que mais
chamou sua atenção?

Pacheco - O maior absurdo é que a educação do Brasil não precisa de
recursos para melhorar. O Brasil tem tudo o que precisa, tem todos os
recursos e os desperdiça.

UOL Educação - Desperdiça como?

Pacheco - Pelo tipo de organização. A começar pelo próprio Ministério
da Educação. Eu brinco, por vezes, dizendo que o melhor que se poderia
fazer pela educação no Brasil era extinguir o Ministério da Educação.
Era a primeira grande política educativa.

UOL Educação - Qual o problema do ministério?

Pacheco - Toda a burocracia do Ministério da Educação que se estende
até a base, porque a burocracia também existe nas escolas, à imagem e
semelhança do ministério. No próprio ministério, o contraste entre a
utopia e o absurdo também existe. Conheço gente da máxima competência,
gente honesta. O problema é que, com gente tão boa, as coisas não
funcionam porque o modo burocrático vertical não funciona. É um
desperdício tremendo.

UOL Educação - Como resolver?

Pacheco - Teria de haver uma diferente concepção de gestão pública,
uma diferente concepção de educação e uma revisão de tudo o que é o
trabalho.

UOL Educação - O que teria de mudar na concepção de educação?

Pacheco - O essencial seria que o Brasil compreendesse que não precisa
ir ao estrangeiro procurar as suas soluções. Esse é outro absurdo.
Quais são hoje os autores que influenciam as escolas? Vygotsky [Lev S.
Vygotsky (1896-1934)], Piaget [Jean Piaget (1896-1980)]? Não vejo um
brasileiro. Mas podem dizer: "E Paulo Freire?". Não vejo Paulo Freire
em nenhuma sala de aula. Fala-se, mas não se faz.

Identifiquei, nos últimos anos, autores brasileiros da maior
importância que o Brasil desconhece. Esse é outro absurdo. Quem é que
ouviu falar de Eurípedes Barsanulfo (1880-1918)? De Tomás Novelino
(1901-2000)? De Agostinho da Silva (1906-1994)? Ninguém fala deles.
Como um país como este, que tem os maiores educadores que eu já
conheci, não quer saber deles nem os conhece?

Há 102 anos, em 1907, o Brasil teve aquilo que eu considero o projeto
educacional mais avançado do século 20. Se eu perguntar a cem
educadores brasileiros, 99 não conhecem. Era em Sacramento, Minas
Gerais, mas agora já não existe. O autor foi Eurípedes Barsanulfo, que
morreu em 1918 com a gripe espanhola. Este foi, para mim, o projeto
mais arrojado do século 20, no mundo.

UOL Educação - O que tinha de tão arrojado?

Pacheco - Primeiro, na época, era proibida a educação de moços e moças
juntos. Só durante o governo Getúlio Vargas é que se pôde juntar os
dois gêneros nos colégios. Ele [Barsanulfo] fez isso. Ele tinha
pesquisa na natureza, tinha astronomia no currículo oficial. Não tinha
série nem turma nem aula nem prova. E os alunos desse liceu foram a
elite de seu tempo. Tomás Novelino foi um deles e Roberto Crema, que
hoje está aí com a educação holística global, foi aluno de Novelino.

UOL Educação - Por que o senhor fala desses autores?

Pacheco - Digo isso para que o brasileiro tenha amor próprio,
compreenda aquilo que tem para que não importe do estrangeiro aquilo
que não precisa. É um absurdo ter tudo aqui dentro e ir pegar lá fora.

UOL Educação - Qual foi a maior utopia que o senhor viu?

Pacheco - O Brasil é um país de utopias, como a de Antônio Conselheiro
e a de Zumbi dos Palmares. Fui para a história, para não falar em
educação. Na educação, temos Agostinho da Silva, que é um utópico
coerente, cuja utopia é perfeitamente viável no Brasil. Ou seja, é
possível ter uma educação que seja de todos e para todos. O Brasil,
dentro de uns 30 ou 40 anos, será um país bem importante pela
educação. São os absurdos que têm de desaparecer, para dar lugar à
concretização das utopias. Acredito nisso, por isso estou aqui.

Pacheco ministra curso no colégio Pueri Domus, na zona sul da capital
UOL Educação - Os professores são resistentes às mudanças?

Pacheco - Os professores são um problema e são a solução. Eu prefiro
pensar naqueles professores que são a solução, conheço muitos que
estão afirmando práticas diferentes.

UOL Educação - Práticas diferentes como a da Escola da Ponte?
Pacheco - Não são "como", mas inspiradas, com certeza. São práticas
que fazem com que a escola seja para todos e proporcione sucesso para
todos.

UOL Educação - Dentro da escola tradicional, onde ocorre o desperdício
de recursos?

Pacheco - Se considerarmos o dinheiro que o Estado gasta por aluno,
daria para ter uma escola de elite. Onde o dinheiro se desperdiça? Por
que em uma escola qualquer, que tem turmas de 40 alunos, a relação
entre o número de professores e de alunos é de um para nove? Por que
os laudos e os atestados médicos são tantos? Porque a situação que se
criou nas escolas é a do descaso. Esse é um absurdo.

UOL Educação - Onde mais ocorre o desperdício nas escolas?

Pacheco - O desperdício de tempo também é enorme em uma aula. Pelo
tipo de trabalho que se faz, quando se dá aula, uma parte dos alunos
não tem condições de perceber o que está acontecendo, porque não têm
os chamados pré-requisitos, e se desliga. Há um outro conjunto de
crianças que sabem mais do que o professor está explicando - e também
se desliga. Há os que acompanham, mas nem todos entendem o que o
professor fala. Em uma aula de 50 minutos, o professor desperdiça
cerca de 20 horas. Se multiplicarmos o número de alunos que não
aproveitam a aula pelo tempo, vai dar isso.

O desperdício maior tem a ver com o funcionamento das escolas. Os
professores são pessoas sábias, honestas, inteligentes e que podem
fazer de outro modo: não dando aula, porque dar aula não serve para
nada. É necessário um outro tipo de trabalho, que requer muito estudo,
muito tempo e muita reflexão.

UOL Educação - As famílias não estão acostumadas com escolas que não
têm classe, professor ou disciplinas. Querem o conteúdo para o
vestibular. Como se rompe com esse tipo de mentalidade?

Pacheco - Pode-se romper mostrando que é possível. Eu falo do que
faço, e não de teorias. O que fiz por mais de 30 anos foi uma escola
onde não há aula, onde não há série, horário, diretor. E é a melhor
escola nas provas nacionais e nos vestibulares. Justamente por não ter
aulas e nada disso.

UOL Educação - Por que uma escola que não tem provas forma alunos
capazes de ter boas notas em provas e concursos?

Pacheco - Exatamente por ser uma escola, enquanto as que dão aulas não
são. As pessoas têm de perceber que não é impossível. E mais, que é
mais fácil. Posso afirmar, porque já fiz as duas coisas: estive em
escolas tradicionais, com aulas, provas, com tudo igualzinho a
qualquer escola; e estive também 32 anos em outra escola que não tem
nada disso. É mais fácil, os resultados são melhores.

UOL Educação - Na concepção do senhor, o que é uma boa escola?

Pacheco - É a aquela que dá a todos condições de acesso, e a cada um,
condições de sucesso. Sucesso não é só chegar ao conhecimento, é a
felicidade. É uma escola onde não haja nenhuma criança que não
aprenda. E isso é possível, porque eu sei que é. Na prática.

UOL Educação - O professor que está em uma escola tradicional tem
espaço para fazer um trabalho diferente? O senhor vê espaço para isso?

Pacheco - Não só vejo, como participo disso. No Brasil, participei de
vários projetos onde os professores conseguiram escapar à lógica da
reprodução do sistema que lhe é imposto. Só que isso requer várias
condições: primeiro, não pode ser feito em termos individuais;
segundo, a pessoa tem de respeitar que os outros também têm razão. Se,
dentro da escola, os processos começam a mudar e os resultados
aparecem, os outros professores se aproximam. Não tem de haver
divisionismo.

UOL Educação - O senhor acha que a mudança na estrutura da escola
poderia partir do poder público ou depende da base?

Pacheco - Acredito que possa partir do poder público, mas duvido que
aconteça. As secretarias têm projetos importantes, mas são de quatro
anos. Uma mudança em educação precisa de dezenas de anos. Precisa de
continuidade. E isso é difícil de assegurar em uma gestão. Precisa
partir de cada unidade escolar e do poder público juntos.

--
João Telésforo Medeiros Filho

http://twitter.com/JoaoTelesforo

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Uma homenagem

Como se trata de um blog relacionada a Pedagogia e Emancipação, nada mais justo do que fazer uma pequena homenagem ao maior defensor do tema. O Grande Mestre Paulo Freire. Uma pequena colaboração da sua grande obra, com certas doses políticas e educacionais na busca de uma consciência do "ser".

"Não é no silêncio que os homens se fazem, mas na palavra, no trabalho, na ação-reflexão".

Paulo Freire

"A educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela tão pouco a sociedade muda."
Paulo Freire

"Mudar é dificil mas é possivel".

Paulo Freire

"Eu sou um intelectual que não tem medo de ser amoroso, eu amo as gentes e amo o mundo. E é porque amo as pessoas e amo o mundo, que eu brigo para que a justiça social se implante antes da caridade."
Paulo Freire

"A humildade exprime, uma das raras certezas de que estou certo: a de que ninguém é superior a ninguém."

Paulo Freire

"É fundamental diminuir a distância entre o que se diz e o que se faz, de tal forma que, num dado momento, a tua fala seja a tua prática."
Paulo Freire

"A alegria não chega apenas no encontro do achado, mas faz parte do processo da busca. E ensinar e aprender não pode dar-se fora da procura, fora da boniteza e da alegria."
Paulo Freire

"As terríveis conseqüências do pensamento negativo são percebidas muito tarde."
Paulo Freire

"Ai daqueles que pararem com sua capacidade de sonhar, de invejar sua coragem de anunciar e denunciar. Ai daqueles que, em lugar de visitar de vez em quando o amanha pelo profundo engajamento com o hoje, com o aqui e o agora, se atrelarem a um passado de exploração e de rotina."
Paulo Freire


Certamente que não será a ultima postagem aqui, pois a cada nova escrita nessa novo conhecimento uma nova marca na vida.

quarta-feira, 17 de junho de 2009

EDUCAÇÃO À DISTÂNCIA E EDUCAÇÃO ABERTA

Por Elaine Rocha, Givanildo de Carvalho, Marcelo Dobrovoski, Myrian Fiorani e Waldirene Lodi.

Com a informatização e as facilidades que a mesma proporciona em nossas vidas, tornou-se muito comum as discussões em torno da Educação à Distância.

A educação a distância foi um grande passo para a democratização do conhecimento intelectual, oportunizando o acesso ao ensino de forma mais fácil. Seu início foi marcado no século XVIII, quando um jornal dos Estados Unidos enviava as matérias anexadas ao mesmo. Porém, existem controvérsias sobre o surgimento dessa modalidade, pois alguns pesquisadores relatam que seu início foi em 1881, pela Universidade de Chicago, através do curso de língua hebraica, e outros consideram seu surgimento em 1890, na Alemanha, ambos por correspondência.

No Brasil, o ensino a distância apareceu somente nos anos sessenta, as aulas eram transmitidas por rádio, com algum material impresso. O Instituto Universal Brasileiro e o Instituto Monitor foram os maiores responsáveis pelo ensino a distância no Brasil, com uma gama maior de cursos, como técnico em eletrônica, secretária, técnico em contabilidade dentre outros. Tivemos também os cursos supletivos, que tiveram grande aceitação da população que optou por essa formação.

Em 1986, com a criação das Lei de Diretrizes e Bases da educação nacional, demos um grande salto na Educação à Distância, pois nesse período constituíram-se os primeiros cursos de nível superior, já regulamentados pelo MEC.

O advento das tecnologias de informação e comunicação – TIC trouxe novas perspectivas para a educação a distância, devido às facilidades de design e produção sofisticados, rápida emissão e distribuição de conteúdos, interação com informações, recursos e pessoas. Assim, universidades, escolas, centros de ensino e organizações empresariais oferecem cursos a distância através de recursos telemáticos, os quais podem assumir distintas abordagens. Conforme Prado e Valente [9] (2002, p. 29) as abordagems de EaD por meio de redes telemáticas podem ser de três tipos: broadcast,
virtualização da sala de aula presencial ou estar junto virtual.

COERÊNCIA EPISTEMOLÓGICA E PRÁTICA

Para alcançar a supremacia pedagógica em Educação Aberta é preciso coerência entre epistemologia, design e programação. É o que defendeu Beatriz Fainholc, da National University of La Plata, que ministrou a palestra "Collaboration Towards Creating Capaciteis Through ICT Distance Education Progrmas: a search for epistemological coherence between their design and its practice".

Para alcançar esta coerência, é preciso haver o diálogo constante entre designers, tutores e programadores. Deixar bastante explícito os fundamentos epistemológicos e tecnológicos. "É preciso estar claro que se quer fazer e o que é possível implementar, aliar expectativa, planejamento e o que é possível", frisou Beatriz.

Além disso, segundo ela, é preciso levar em consideração: a perspectiva sócio-cognitiva para entender, construir e pesquisar interações sociais dos estudantes com os equipamentos tecnológico analisar e escolher propostas educacionais de acordo com o cenário sócio-cultural e a diversidade de autores respeitar a diversidade, e aplicar diferentes alternativas para solucionar problemas complexos.

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Conhecimento Virtual - o que é?

Por Elaine Rocha Amaral, Givanildo de Carvalho, Marcelo Dobrovoski, Myrian Zandomenico, Waldirene Lodi.

Entendemos por conhecimento virtual uma realidade a olho nu que é uma coisa. Outra coisa é vê-la com o auxilio de ferramentas tecnológicas, pois podemos obter resultados muito surpreendentes.

Jamais podemos colocar o mundo virtual como algo fantasioso, que fica distante da realidade. Assim desse modo, coloca que é necessário o mundo virtual como auxilio, não deixando o mundo real, mas fazendo com que se complemente. Tanto que podem nos fazer ver de novo, e inventar novos olhares de que certamente não saber fazer. O conhecimento desse mundo abre "certas portas" as novas tecnologias é imprescindível para utilização dos mesmos com responsabilidade.

Assim sabemos que devemos ter claro que o virtual não nega ao físico, o mundo físico e o virtual são complementares da mesma realidade, a interação possível no mundo virtual não substitui a física, mesmo assim não é inferior nem superior, é apenas de outra natureza, se a mente faz parte do corpo, este também faz parte da mente.

Quando falamos em realidade virtual, não se trata de uma nova realidade, mas parte de uma realidade já existente, exibida para o mundo através da Internet. Estamos dentro de uma ampla rede de informações não palpável, mas sem menor chance de fugir.

Portanto, ter uma conceito elaborado sobre o conhecimento virtual vai depender do olhar de cada indivíduo. Devemos levar em considerações cade contexto social-histórico de cada ser. Fazendo algumas pesquisas pelo "mundo virtual" encontramos em alguns Blogger ou Foruns sobre o tema, algumas definições importante como no trecho a seguir:

O conhecimento no mundo virtual é como uma bússola de orientação rumo ao futuro: que nos permite aprender a conhecer,aprender a fazer, e aprender a viver juntos contribuindo e participando de uma comunidade virtual! Vencendo o medo de enfrentar o novo ,encarando as dificuldades que encontramos.Porque juntos somos fortes!
Alaides Nascimento Nunes Pereira.


Portanto cuidado com o conceito pré-estabelecido sobre o tema proposto. Pois o mundo pode ser bem diferente daquilo que esta perto de você.

sexta-feira, 5 de junho de 2009

MEC vai ampliar exigências para cursos de Pedagogia

Foco nos cursos de Pedagogia é uma das tentativas do ministério de melhorar a formação dos professores

Lisandra Paraguassú escreve para “O Estado de SP”:

O Ministério da Educação vai apertar o processo de fiscalização dos cursos de Pedagogia. Na esteira do lançamento do Sistema Nacional de Formação de Professores, o governo quer ter certeza de que os cursos estão preparando os estudantes para ensinar, e não para administrar escolas ou fazer pesquisa.

A partir de agora, o documento de fiscalização que será usado para autorizar novos cursos e manter os antigos exigirá laboratórios de informática e ensino, brinquedotecas e contato dos alunos com escolas desde o primeiro ano.

O foco nos cursos de Pedagogia é uma das tentativas do ministério de melhorar a formação dos professores. Hoje, apesar de quase 70% dos docentes brasileiros terem curso superior completo, apenas 61,7% têm licenciatura. São 330 mil atuando sem formação adequada - 17,5% do total. A maior parte no ensino fundamental.

"É ruim a formação, mesmo daqueles professores que têm curso superior", disse ao Estado o ministro da Educação, Fernando Haddad. "Por isso estamos homologando o instrumento de autorização de cursos de Pedagogia. Vamos alterar a metodologia de autorização e reconhecimento de cursos."

Uma das principais intenções do ministério é transformá-los em cursos de formação de professores, o que hoje nem sempre acontece. "Muito curso não se dá conta de que a sua parte principal precisa ser a formação de professores. A gestão escolar é secundária", explica a secretária de Ensino Superior do MEC, Maria Paula Dallari. "O documento de supervisão vai deixar claro que o foco é formar professores para as séries iniciais e a pré-escola."

Um curso com bons resultados precisará ter, por exemplo, um laboratório de informática conectado à internet com pelo menos um computador para cada 30 alunos. Deverá ter biblioteca com toda a bibliografia dos dois primeiros anos com pelo menos um exemplar para cada seis alunos. E uma brinquedoteca onde possam ser testadas atividades lúdicas a serem praticadas com crianças da pré-escola.

São exigências óbvias, mas que não são seguidas por várias instituições. Por não ser um curso altamente tecnológico, Pedagogia está entre aqueles em que faculdades são criadas apenas com o antigo quadro-negro, salas de aula e professores.

Além da infraestrutura, o ministério quer concentrar a carga horária na formação de professores, com aulas teóricas e práticas - 70% das horas-aula terão de ser nessa área, e cada curso precisará ter integração com escolas estaduais e municipais da região.. Parte do projeto pedagógico do curso deverá indicar as escolas estaduais e municipais com as quais a instituição vai trabalhar e prever melhorias nos seus projetos e resultados, com a colaboração dos estudantes do curso.

No início deste ano, o MEC iniciou um processo de supervisão de 60 cursos de Pedagogia que tiveram notas 1 e 2 no Exame Nacional de Desempenho do Estudante. Desses, 20 estão em processo de extinção por não terem condições de se adequar às exigências. Os demais estão sob um protocolo que dá prazo de um ano para que as modificações sejam feitas.

O censo do professor, divulgado ontem pelo MEC, mostra que 61,7% dos professores que atuam na educação básica têm curso superior e licenciaturas. Mas 25,2% têm apenas o magistério de ensino médio e outros 5,5% o ensino médio regular. Mais de 15 mil têm apenas o ensino fundamental e, mesmo assim, parte deles dá aulas para crianças de 5ª a 8ª série e mesmo no ensino médio.

Nas creches é onde são encontrados professores totalmente despreparados em maior número: 13% deles têm apenas o ensino fundamental ou o médio sem magistério.
(O Estado de SP, 29/5)

terça-feira, 2 de junho de 2009

Dados do MEC apontam queda no número de formandos

Dados do MEC apontam queda no número de formandos; perfil dos que
buscam profissão também mudou

Cada vez menos alunos têm se interessado pela carreira de
professor no Brasil, o que vem resultando em uma queda no número de
formandos em cursos de licenciatura. Essa redução vai na contramão do
crescente número de estudantes cursando graduação no País - hoje em
cerca de 5 milhões.

Em 2007, último dado disponível no Ministério da Educação (MEC),
70.507 brasileiros se formaram em cursos de licenciatura, o que
representa 4,5% menos do que no ano anterior. De 2005 a 2006, a
redução foi de 9,3%. E a situação é mais complicada em áreas como
Letras (queda de 10%), Geografia (menos 9%) e Química (menos 7%). Em
alguns Estados, faltam professores de Física, Matemática, Química e
Biologia.

A essa diminuição na procura pela profissão, soma-se o fato de 30% dos
docentes não terem curso superior completo, segundo o censo do
professor, divulgado na última semana (mais informações nesta página).

Apesar de o rendimento médio da categoria ser de R$ 1.335 mensais,
pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) 2007, não é
somente uma questão de baixos salários. "É fundamental tornar a
carreira de professor mais atrativa", defende Carlos Bielschowsky,
secretário de Educação a Distância do MEC. A partir de 2010, entra em
vigor o piso salarial nacional da categoria.

Em todo o País, as universidades públicas e particulares assistem a
uma mudança do perfil do aluno que escolhe o magistério. Os filhos da
classe média se desinteressaram pela carreira e estão dando lugar aos
de famílias das classes C e D.

Na Universidade Estadual do Rio, por exemplo, os candidatos a uma vaga
em Pedagogia apresentaram a menor renda familiar entre todos os
cursos. Dos 300 alunos aprovados em Pedagogia no vestibular do ano
passado, 107 têm renda mensal de até R$ 1.200. Apenas um deles tem
renda acima de R$ 12 mil. Em Direito, o quadro é exatamente o inverso.
Três aprovados têm renda familiar de até R$ 1.200 e 29 vivem em
família com renda acima de R$ 12 mil.

"Ninguém quer ser professor hoje em dia", resume Augusto Sampaio,
vice-reitor da Pontifícia Universidade Católica do Rio. Sampaio fala
especificamente do público alvo da instituição: jovens de classe média
cujos pais podem pagar mensalidades de R$ 1.500 para seus filhos se
tornarem advogados, médicos, engenheiros. Os cursos de licenciatura na
PUC são deficitários. Só não fecharam porque a universidade adotou há
13 anos um sistema para acolher alunos provenientes de cursos
pré-vestibulares da periferia carioca. Não é um sistema de cotas.
"Eles fazem o vestibular normalmente e, se forem classificados, ganham
bolsas de estudo", diz Sampaio.

A grande maioria vai para Serviço Social, Pedagogia e Licenciaturas,
cursos onde sobram vagas. "A maioria dos alunos de Pedagogia tem
bolsa." Não é meramente uma questão financeira. "Existe um
desprestígio muito grande da profissão", diz Maria Tereza Goulart
Tavares, diretora de faculdade de formação de professores.

Marcel Baran, de 19 anos, foi o contrário. Filho de comerciante e
professora de educação física, ele escolheu cursar licenciatura em
história, mas enfrentou resistência. Os amigos foram mais radicais.
"Cara, tá maluco? Tinha tudo para se dar bem numa profissão bacana e
vai ser professor?!", relata ele. "Meus amigos não entendem a minha
escolha porque para eles o que importa é a realização financeira. Eu
não quero isso", explica Marcel. "De todas as profissões que eu
poderia escolher, a que eu dou mais valor é o magistério."

Rede pública

Os baixos salários podem afugentar as classes A e B, mas a garantia de
emprego, principalmente em escolas da rede pública, atrai as classes
populares. A mudança de perfil do aluno de licenciatura mexeu com a
própria estrutura dos cursos. Grande parte dos candidatos a professor
vem do ensino público, que no último Exame Nacional do Ensino Médio
(Enem) teve 47 de nota média, contra 60,3 das escolas particulares.

O MEC admite que os alunos têm chegado à faculdade com deficiências de
aprendizado. "Precisamos fazer um colchão de acomodação para não criar
na universidade pública uma exclusão social", defende Bielschowsky.

Uma dessas deficiências foi constatada entre alunos do curso de
licenciatura em matemática, que apresentavam dificuldades elementares.
Criou-se, então, uma disciplina de pré-cálculo. Não resolveu. "Fizemos
então o cálculo menos um para recuperar o conteúdo ensinado do 6º ao
9º ano do ensino fundamental e o do ensino médio. Alguns alunos
ficaram pelo caminho. Outros conseguiram se formar", diz Bielschowsky.

Quem não atinge o nível desejado de conhecimento é reprovado. "Em
hipótese alguma podemos deixar cair a qualidade da licenciatura. Ao
contrário. Ela tem que melhorar", defende Bielschowsky. Para tentar
avançar na qualidade dos cursos de Pedagogia, o governo federal
anunciou na quinta-feira que pretende apertar o processo de
fiscalização dessa área. A partir de agora, o documento de
fiscalização que será usado para autorizar novos cursos e manter
antigos vai exigir laboratórios de informática e ensino, além de
contato com alunos desde o 1º ano da graduação.

"Não podemos colocar o aluno que tem dificuldade numa posição
inferior. Fazemos um trabalho que supera isso", diz Helena Amaral da
Fontoura, coordenadora do mestrado em Educação da Uerj, em São
Gonçalo. "Nós não pensamos em formação de professor pobre para aluno
pobre. Nosso aluno vai a congressos, até mesmo fora do País,
apresentar seus trabalhos com tudo pago pela universidade", defende
Ana Cléa Moreira Ayres, coordenadora de graduação da Uerj.

Nem todas as universidades conseguem fazer esse resgate de conteúdo. A
Secretaria da Educação do Rio abriu concurso para formar um cadastro
com 15 mil professores. Apareceram 76.833 candidatos, mas só 12.312
foram aprovados. As 2.688 vagas não foram preenchidas porque a
secretaria aumentou o nível de exigência. Os candidatos teriam que
acertar, na prova de língua portuguesa e interpretação de texto, 15
das 25 questões, o que equivale a nota 6. Em conhecimentos pedagógicos
e nos específicos de cada disciplina deveriam acertar a metade. "Não
se pode culpar as universidades sérias por esse quadro", diz Sueli
Camargo Ferreira, subcoordenadora de apoio à prática pedagógica da
Universidade Federal Fluminense.

Em São Paulo, a região do Campo Limpo, na zona sul, é a que mais perde
professores todos os anos e também onde é mais difícil repô-los. Entre
os motivos apontados por especialistas, além do estigma da violência,
está a falta de faculdades de Pedagogia e licenciatura em comparação
com outros bairros.

sexta-feira, 29 de maio de 2009

História da Tecnologia

A história da tecnologia é a história das ferramentas e das técnicas úteis para fazer coisas práticas. Relaciona-se intimamente com a história da ciência, que inclui a maneira como os seres humanos adquiriram o conhecimento básico necessário para construir coisas úteis. Os esforços científicos, especialmente nos tempos modernos, dependeram em regra de tecnologias específicas que permitiram aos seres humanos sondar a natureza do universo, de forma mais precisa do que a permitida pelos nossos sentidos. Os artefatos tecnológicos são produtos de uma economia, são uma força para o crescimento económico e constituem uma parte importante da nossa vida cotidiana. As inovações tecnológicas afetam e são afetadas pelas tradições culturais de uma sociedade. Elas são igualmente uma forma de desenvolver e projectar o poderio militar.

CURIOSIDADES:
Fogo, usado desde o paleolítico, possivelmente pelo homo erectus há 800.000 anos.
Ferramentas de pedra, criadas possivelmente há 100.000 anos.
Arco, funda, ca. 9.º milénio a.C.
Cobre, 8.000 a.C.
Agricultura, 8.000 a.C.
Roda, 4.000 a.C.
Escrita. 3.500 a.C.
Bronze, 3.300 a.C.
Ferro, 1.500 a.C.
Catapulta, 400 a.C.
Ferradura, 300 a.C.


Fonte:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Hist%C3%B3ria_da_tecnologia

quarta-feira, 27 de maio de 2009

TELEPISTEMOLOGIA

Segundo a visão da Escola de Frankfurt, quando certo meio é utilizado persistentemente pra certo fim, ou é alocado pela sociedade sempre muito próximo de certo fim, acaba-se confundindo-se com o fim, tornando-se ideológica a justificativa de que seria mero meio.Como poderia ser o caso da energia atômica, das armas de fogo vendidas às pessoas comuns, dos defensivos agrícolas.

Não podemos confundir, pois a fantasia é parte absolutamente integrante da realidade humana. O virtual é distante, no sentido de que não está fisicamente presente, mas nem por isso é ausente. Ao contrário, é presença, por vezes até mais marcante e eletrizante como a internet.

Na característica mediata do conhecimento, na problemática de que no mundo virtual não fosse possível reconstruir o conhecimento, a presença física não pode ser simplesmente ignorada, mas levada em consideração como exigem professores que usam a aula presencial para disciplinar alunos, já que a presença virtual está se vulgarizando, tornando-se cada dia mais inoportuno fazer distinções estanques entre mundos físicos e virtuais. Virtual seria a como próprio autor destaca:

Ver a realidade a olho nu é uma coisa. Outra coisa é vê-la com o auxilio de ferramentas tecnológicas, pois podemos obter resultados muito surpreendentes.

Assim desse modo, coloca que a necessário o mundo virtual como auxilio, não deixando o mundo real, mas fazendo com que se complemente. Tanto que podem nos fazer ver de novo, e inventar novos olhares de que certamente não saber fazer.

Teoricamente comunicação seria troca de informação. O conhecimento, o ciberespaço, a internet proporciona-nos grandes possibilidades, sendo um universo complexo e surpreendente, porém toda esta complexidade de informações, de recursos, são passiveis de falsificações e manipulações o que os tornam uma arma perigosa, quando mal utilizada.

O ciberespaço dilui fronteiras, naturalmente globaliza as mensagens, podendo incidir no problema oposto de confundir a globalização com homogeneização, ou com dolarização da cultura. Conhecimento e informação estão entre as mercadorias mais competitivas do mundo contemporâneo.
A tecnologia nos abre horizontes de oportunidades, mas recrudesce o desafio ético em todos os sentidos: a desinformação facilita as manobras, principalmente para falsificações e manipulações.

O conhecimento das tecnologias, do ciberespaço é imprescindível para utilização dos mesmos com responsabilidade. Ainda há certa resistência às tecnologias, ao diferente, ao novo, porém devemos eticamente apontar limitações, deturpações, manipulações, para que potencialidades humanas tanto se tornem visíveis e preserváveis.

Ao mesmo tempo em que temos um crescente avanço tecnológico, o ser humano desenvolve-se, se aprimora e, principalmente no que diz respeito à inteligência avança num ritmo frenético.

Devemos ter claro que o virtual não nega ao físico, o mundo físico e o virtual são complementares da mesma realidade, a interação possível no mundo virtual não substitui a física, mesmo assim não é inferior nem superior, é apenas de outra natureza, se a mente faz parte do corpo, este também faz parte da mente.

Analisar essa dubiedade, sem pautar as duas realidades, torna-se impossível uma compreensão clara da telepistemologia proposta pelo autor, se ficarmos procurando diferenças entre o real e o virtual, vamos cair em dicotomias cíclicas, até concluímos que uma é nada menos que o complemento da outra.


A telepistemologia muito debatida por Pedro Demo, resume o processo de conhecimento reconstruído a distância, em particular no mundo virtual da Internet. Ele questiona alguns efeitos da novas mídias na obra – Conhecimento e Aprendizagem na Nova Mídia – (p. 80), tais como: dificuldades de estabelecer parâmetros mais eqüitativos de acesso, manipulação de públicos vulneráveis, sobretudo de crianças, falsificações ainda subliminares, manobras manipulativas crescentes e sofisticadas e, em particular, a desinformação manejada habilmente pela informação truncada. Sugere, frente a tudo isso, uma tele-educação que supere o simples repasse de informações, ou seja, que seja uma educação que confira ao aluno o esforço árduo da aprendizagem reconstrutiva, e ao professor a necessidade de reconstrução de conhecimento próprio.


Quando falamos em realidade virtual, não se trata de uma nova realidade, mas parte de uma realidade já existente, exibida para o mundo através da Internet. Estamos dentro de uma ampla rede de informações não palpável, mas sem menor chance de fugir.

O conhecimento virtual por sua vez é idealizado demais porque faz da distância um problema que necessariamente não precisa ser comprometedor, como se no mundo da Internet, por exemplo, já não fosse possível reconstruir conhecimento. A distância certamente aumenta as incertezas, mas não às inventam, por que o palpável também é incerto.

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Telepistemologia. Por Pedro Demo....

Telepistemologia:
Conhecimento reconstruído a distância, em particular no mundo virtual da Internet.

Pedro Demo vem nos trazer um debate de até que ponto reconstruir conhecimento a distância muda alguma coisa na teoria do conhecimento, e o que passaria então a ser novo?

Pois quando se fale em realidade virtual, não se trata de uma nova realidade, mas parte de uma realidade já existente, exibida para o mundo através da Internet. Estamos dentro de uma ampla rede de informações não palpável, mas sem menor chance de fugir.

A Internet nos dá não só novas oportunidades de ver, mas de também exibir. O virtual é distante, no sentido de que não está fisicamente presente, mas nem por isso é ausente. Ao contrário, é presença, por vezes até mais marcante, como mostra o mundo eletrônico e eletrizante da Internet. Dessa forma vemos que o virtual não é nem mais nem menos real que o físico, mas simplesmente outro nível de realidade.

O conhecimento virtual por sua vez é idealizado demais porque faz da distância um problema que necessariamente não precisa ser comprometedor, como se no mundo da Internet, por exemplo, já não fosse possível reconstruir conhecimento. A distância certamente aumenta as incertezas, mas não às inventam, por que o palpável também é incerto.

Aprender a aprender

Texto do professor ,Newton Duarte da Universidade Estadual Paulista do Programa de Pós-Graduação em Educação Escolar.

Que retrata a tese descrita no próprio texto de que a assim chamada pedagogia das competências é integrante de um ampla corrente educacional contemporânea, a qual eu chamarei de pedagogias do “aprender a aprender”.

Assim Focaliza apenas quatro posicionamentos valorativos contidos no lema “aprender
aprender”.

O primeiro posicionamento: são mais desejáveis as aprendizagens que o indivíduo realiza por si mesmo, nas quais está ausente a transmissão, por outros indivíduos, de conhecimentos
e experiências. Deixa claro aqui a buscar por aprender pela curiosidade, mas sempre levando em fato a contruibuição que o educar pode e deve fazer.


O segundo é mais importante o aluno desenvolver um método de aquisição, elaboração, descoberta, construção de conhecimentos, do que esse aluno aprenderos conhecimentos que foram descobertos e elaborados por outras pessoas. Buscar sempre a pesquisa, abrir novos compras para as comparações e leituras. Sempre focando no seu tema. Como cita o próprio professor:

''O problema da educação internacional é, portanto, essencialmente o de direcionar o adolescente não para soluções prontas, mas para um método que lhe permita construí-
las por conta própria.''


O terceiro posicionamento valorativo seria o de que a atividade do aluno, para ser verdadeiramente educativa, deve ser impulsionada e dirigida pelos interesses
e necessidades da própria criança. Focar sempre o gosto dela, deixa bem a vontade.


O quarto posicionamento valorativo é o de que a educação deve preparar os indivíduos para acompanharem a sociedade em acelerado processo de mudança, ou seja, enquanto a educação tradicional seria resultante de sociedades estáticas, nas quais a transmissão dos conhecimentos e tradições produzidos.


Para concluir, esclareço que tenho consciência das limitações deste trabalho. Afirmar que as idéias acima enunciadas constituem-se em ilusões da sociedade do conhecimento gera a necessidade de apresentar uma análise detalhada, bem fundamentada em teorias e em
dados empíricos, de maneira a justificar tal afirmação. Concluindo assim um pequeno foco no texto elabarado pelo professor

sábado, 9 de maio de 2009

VII SEMANA CSO - UFES (DES)ENVOLVIMENTOS

VII SEMANA CSO - UFES (DES)ENVOLVIMENTOS


DIA 11/05/09 - Abertura
15:00 às 17:00 - Inscrições
17:00 às 18:00 - Sessão de Abertura - Auditório do IC-2
Diretor do CCHN, Chefe DCSO, Coordenador do Colegiado CSO, Coordenador do Evento.
18:30 às 22:00 - Conferência de abertura: Políticas Públicas e desenvolvimento – o caso do Espírito Santo.
Mediador: Eduardo Moreira (UFES - ES)
Palestrantes: Carlos Walter Porto Gonçalves (UFF-RJ)
Jose Antonio Bof Buffon (BANDES)
Representante do Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA)
Debatedora: Marta Zorzal e Silva (UFES-ES)
DIA: 12/05/09 – Eixo Temático: Desenvolvimento, meio ambiente e sociedade.
9:00 às 12:00 - Mini-Cursos:
13:30 às 16:15 - Sessão Temática Coordenada – Políticas Públicas
17:00 às 20:30 - Conferência: Meio ambiente e exclusão social.
Mediadora: Fernanda Carvalho Figueira (UFES-ES)
Palestrantes: Leonardo Bis dos Santos (Cientista Social)
Henri Acselrad (IPPUR - UFRJ)
Margareth Batista Saraiva Coelho (Projeto Terra/PMV)
Debatedor: Cláudio Zanoteli (UFES-ES)
DIA: 13/05/09 - Eixo Temático: A Interdisciplinaridade nas Análises Socioambientais
9:00 às 12:00 - Mini-Cursos:
13:30 às 17:00 - Sessão Temática Coordenada – Meio ambiente e Sociedade
18:30 às 22:00 - Conferência: Desenvolvimento Socioambiental – Calços e Percalços
Mediadora: Flávia Amboss Merçon Leonardo (UFES-ES)
Palestrantes: Antônio Carlos Diegues (USP-SP)
Jacqueline Albino (UFES–ES)
Elen Trentini (IEMA-ES)
Debatedora: Aline Trigueiro (UFES-ES)
DIA: 14/05/09 – Eixo Temático: Políticas Culturais e Etnodesenvolvimento
9:00 às 12:00 - Mini-Cursos:
13:30 às 17:00 - Sessão Temática Coordenada – Estado e Desenvolvimento
18:30 às 22:00 - Conferência: Patrimonialização e etnodesenvolvimento
Mediadora: Priscilla Peixoto Colodetti (UFES-ES)
Palestrantes: Renata Hermani (UFES-ES)
Eliomar Mazoco (Comissão Espírito-Santense de Folclore)
Ana Teles da Silva (IPHAN-ES/IBRAM)
Debatedor: Osvaldo Martins de Oliveira (UFES-ES)

DIA: 15/05/09 – Eixo Temático: Transformações Sociais dos projetos de desenvolvimento em comunidades tradicionais.
9:00 às 12:00 - Mini-Cursos:
13:30 às 17:00 - Sessão Temática Coordenada – Impactos do Desenvolvimento
18:30 às 22:00 - Conferência: Desenvolvimentos alternativos ao desenvolvimento
Mediador: Raphael Brun (UFES-ES)
Palestrantes: Dra. Vânia Maria Losada Moreira (UFRRJ-RJ)
Dra. Silvia Lopes da Silva Macedo (UFES-ES)
Representante indígena da etnia Guarani Mbya
Debatedora: Celeste Ciccarone (UFES-ES)
::Programação Geral do Evento

sexta-feira, 1 de maio de 2009

29º ENEPE

Socialização das informações sobre o 29º ENEPE, que será realizado entre os dias 19 e 25 de julho, na cidade do Recife, em Pernambuco. O tema deste ano é: Educações e periferias: disciplinamento, controle e resistências!!!

Segue abaixo o link da página com os arquivos do edital de trabalhos, projeto e procedimentos das inscrições para o 29° ENEPe. É só abrir o link e baixar os arquivos.http://www.4shared.com/dir/15004770/db8828bd/sharing.html


Procedimento das inscrições no 29º ENEPe!!!
Procedimentos de inscrição do 29º ENEPEComissão Organizadora do XXIX ENEPeExecutiva Pernambucana de Estudantes de PedagogiaXXIX Encontro Nacional dos/as Estudantes de Pedagogia – Recife19/07/09 a 25/07/09As inscrições para participação no 29º ENEPe estão divididas em dois períodos. São eles:a) O primeiro período de inscrição vai do dia 27 de abril ao dia 19 de junho. Os valores das inscrições durante esse período são: R$ 90,00 com alimentação e R$ 60,00 sem alimentação. Lembrando que há a possibilidade dos participantes contribuírem com R$ 10,00 ou mais para ajudar a abater a dívida ocasionada gerada com a organização do 28º ENEPe. Até o início do encontro procuraremos divulgar com exatidão quanto está essa dívida no momento.b) O segundo período vai do dia 30 de junho ao dia 17 de julho no banco e no dia 19 de julho no local do credenciamento. Nesse período os valores serão os seguintes: R$ 110,00 com alimentação e R$ 60,00 sem alimentação. Lembrando que a contribuição para abatimento da dívida do 28º ENEPe continua valendo nesse período.c) Os depósitos devem ser feitos ÚNICA e EXCLUSIVAMENTE na BOCA DO CAIXA.d) A conta é a seguinte:AGÊNCIA: 3613-7CONTA POUPANÇA: 31.757-8VARIAÇÃO: 01BANCO DO BRASILNOMINALMENTE PARA: CLODOALDO MARQUES GOMESe) NENHUM depósito feito em caixa eletrônico será aceito. Portanto, façam as inscrições, na medida do possível, com antecedência, pois será necessário enfrentar fila de banco pra realizar o depósito na BOCA DO CAIXA. O comprovante de depósito deve ser entregue no ato do credenciamento no dia 19/07/09 e o nº. do depósito deve ser informado na ficha de inscrição.f) Só serão aceitas as inscrições feitas dentro dos períodos estabelecidos respeitando seus respectivos valores.g) Após fazerem o depósitos os participantes deverão preencher completamente a ficha de inscrição do 29º ENEPe, que segue anexa a esse projeto, a qual também deve ser enviada obedecendo aos mesmos prazos das inscrições;h) Os valores das inscrições serão os mesmos para as pessoas que irão apresentar trabalhos;i) A inscrição no 29º ENEPE dará direito a:· Bolsa contendo: caneta, bloco, caneca e regimento do encontro;· Certificado e crachá;· Alojamento;· 6 (seis) cafés da manhã; 5 (cinco) almoços e 6 (seis) jantas; Nesse caso é exclusivo para quem pagar a inscrição com alimentação.· Acesso a todas as plenárias, debates, apresentações culturais e apresentações de trabalhos;j) As (os) estudantes que apresentarão trabalhos não terão isenção nem abatimento na taxa de inscrição.k) As fichas de inscrição, COM ou SEM apresentação de trabalhos, devem ser devidamente preenchidas e enviadas para o seguinte e-mail: inscricaoenepe29@yahoo.com.brl) Os dois modelos de fichas de inscrição seguem anexadas a este documento.FICHA DE INSCRIÇÃO (COM TRABALHO)Comissão Organizadora do XXIX ENEPeExecutiva Pernambucana de Estudantes de PedagogiaXXIX Encontro Nacional dos/as Estudantes de Pedagogia – Recife19/07/09 a 25/07/091. - Dados Pessoais:1.1 - Nome*:1.2 - Telefone:1.3 - Cidade/Estado*:1.4- Instituição*:1.7 – E-mail*:* Indispensáveis2- Do trabalho:2.1 – Nome do Trabalho:2.2 - ( ) Pesquisa ( ) Extensão2.3 - Formato de Apresentação do Trabalho:( ) Relato de experiência ( ) Comunicação OralOficina em: ( ) Escola; ( ) Espaços não-escolares; ( ) Sede do Encontro( ) Quantidade de público participante da oficina2.4 – Material didático necessário para apresentação:2.5 – Eixo temático (favor assinalar com um X):( ) Educação libertária;( ) Estudos históricos;( ) Relação entre educação e Estado;( ) Educação e trabalho;( ) Espaços escolares e não-escolares de educação;( ) Educação e novas tecnologias.( ) Gênero, diversidade e orientação sexual2.6 – Título (s) do trabalho (s):3.Informações Indispensáveis para ajudar a Comissão Organizadora:3.1 – Tipo de alojamento que vai utilizar no 29º ENEPe:( ) Quadra(alojamento da sede) ( ) Barraca de camping (haverá um espaço exclusivo para esse tipo de alojamento dentro da sede do encontro)( )Hotel/Pousada (esta opção não é de responsabilidade da comissão organizadora, mas poderemos dar indicativos de locais). ( ) Outros (também sem ser da responsabilidade da organização do encontro)3.2 – Você é vegetariana (o)?( ) Sim ( ) Não4. Pagamento das inscrições:4.1 – Os depósitos devem ser feitos EXCLUSIVAMENTE na boca do caixa e nominalmente para CLODOALDO MARQUES GOMES.Agencia: 3613-7Conta Poupança: 31.757-8variação 01 – Banco do Brasil.Guardem o comprovante de depósito, pois a apresentação do mesmo será exigida na hora do credenciamento.3.2 – O valor das inscrições são os seguintes:( ) R$ 90,00 com alimentação ( ) R$ 100,00 com alimentação*( ) R$ 60,00 sem alimentação ( ) R$ 70,00 sem alimentação** Esses valores são sugestões para as pessoas que querem contribuir com abatimento da dívida do 28º ENEPe.N° do Depósito:FICHA DE INSCRIÇÃO PARA PARTICIPAÇÃO NO 29º ENEPE.Comissão Organizadora do XXIX ENEPeXXIX Encontro Nacional dos/as Estudantes de Pedagogia – Recife19/07/09 a 25/07/091. - Dados Pessoais:1.1 - Nome:______________________________________________________1.2 – Instituição: __________________________________________________11.4 – RG/CPF: ___________________________________________________1.8 – E-mail: _____________________________________________________1.9 – Telefone com DDD: __________________________________________2.Informações Indispensáveis para ajudar a Comissão Organizadora:2.1 – Tipo de alojamento que vai utilizar no 29º ENEPe:( ) Quadra(alojamento da sede) ( ) Barraca de camping (haverá um espaço exclusivo para esse tipo de alojamento dentro da sede do encontro)( )Hotel/Pousada* ( ) Outros*(estas opções não são de responsabilidade da comissão organizadora, mas poderemos dar indicativos de locais).2.2 – Você é vegetariana (o)?( ) Sim ( ) Não3. Pagamento das inscrições:3.1 – Os depósitos devem ser feitos EXCLUSIVAMENTE na boca do caixa e nominalmente para CLODOALDO MARQUES GOMES.Agencia: 3613-7 Conta Poupança: 31.757-8variação 01 – Banco do Brasil.Guardem o comprovante de depósito, pois a apresentação do mesmo será exigida na hora do credenciamento.3.2 – O valor das inscrições são os seguintes:( ) R$ 90,00 com alimentação ( ) R$ 100,00 com alimentação*( ) R$ 60,00 sem alimentação ( ) R$ 70,00 sem alimentação** Esses valores são sugestões para as pessoas que querem contribuir com abatimento da dívida do 28º ENEPe.N° do Depósito:3.3 – Período das inscrições:As inscrições com os valores citados no item 3.2 são válidas durante o período de 23 de abril até o dia 19 de junho. As contribuições para abatimento da dívida do 28º ENEPe não têm limite de tempo. Podendo o valor das contribuições serem maiores do que os propostos, caso os participantes assim queiram.Depois reabriremos o período de inscrição, que será do dia 30 de junho até o dia 17 de julho, na BOCA DO CAIXA e no dia 19 de julho, no local do credenciamento com os seguintes valores: R$ 110,00 com alimentação e R$ 60,00 sem alimentação. Outra ficha de inscrição será disponibilizada nesse período.Lembrando que as inscrições realizadas nesse período (30/06 a 19/07), não garantem o recebimento dos materiais. Na hora do credenciamento, os estudantes devem entregar aos credenciadores: xérox da identidade, do CPF, do comprovante de Matrícula atualizado, ficha de inscrição de participação no 29º ENEPe e o comprovante do depósito de pagamento da taxa de inscrição.OBS:Quem não comprovar o pagamento das inscrições, não realizará a mesma.
Postado por Executiva Pernambucana dos Estudantes de Pedagogia às 07:11 0 comentários

Edital de inscrição de trabalhos no 29º ENEPe!!!
EDITAL 01/2009EDITAL PARA APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS NO XXIX ENEPe - Encontro Nacional de Estudantes de Pedagogia.Recife/PE, Abril de 2009A Comissão Organizadora do XXIX ENEPe torna público os procedimentos para inscrição de trabalhos no encontro que acontecerá entre os dias 19 a 25 de julho de 2009, em Recife.1. DOS OBJETIVOS1.1 - Este Encontro tem como objetivo principal discutir as contribuições dos fenômenos da escolarização em diálogo com outras práticas educativas, na perspectiva de visualizar espaços de disciplinamento, controle e resistências.2. DOS EIXOS TEMÁTICOS2.1 - O tema geral do ENEPe se desdobrará nos seguintes eixos temáticos:1. Teorias de educação libertária;2. Estudos históricos;3. Educação e Estado;4. Educação e trabalho;5. Espaços escolares e não-escolares de educação;6. Educação e novas tecnologias;7. Gênero, diversidade e orientação sexual;3. DAS INSCRIÇÕES DE TRABALHOS3.1 – @s estudantes deverão se inscrever através de ficha de inscrição (modelo anexo) e enviar para o e-mail: trabalhosenepe2009@yahoo.com.br.3.2 - Período: 28/03/2009 até 20/05/20094. DA SELEÇÃO DOS TRABALHOS4.1 - A seleção dos trabalhos será coordenada pelo Comitê Científico Organizador do ENEPe, de acordo com os seguintes critérios:- diálogo das propostas com os eixos temáticos e objetivos do encontro;- preenchimento adequado da ficha de inscrição e diálogo do trabalho com as indicações para apresentação dos trabalhos.5. DAS INDICAÇÕES PARA ENVIO E APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS5.1 Das Propostas:5.1.1 – Os resumos serão submetidos à revisão pelo comitê científico. A confirmação de aceite de trabalhos para apresentação será informada aos/às autores/as a partir de 21/05/2009.5.1.2 - Os trabalhos selecionados deverão ser propostos, inicialmente, em três modalidades: comunicação oral, oficina e relatos de experiências. Caso haja alguma proposta de outra modalidade, @ propositor/a deve apresentá-la para apreciação. Não garantimos total viabilidade – mas dialogamos. Não deixe de mandar sua proposta: construa o encontro!5.1.2.1- Previsão inicial para quantitativos de trabalhos:comunicação oral (30 trabalhos)Relatos de experiências (30 trabalhos);Oficinas (30 trabalhos, sendo 15 em diversos espaços educativos e 15 na sede do encontro )5.1.2.2 – Só receberá certificado da realização do momento a pessoa que estiver presente na apresentação do trabalho, sem exceções.5.2 - Dos trabalhos:5.2.1 - Na forma de comunicação oral poderá ser feito em retroprojetor, data-show ou como preferir @ expositor/a.5.2.2- O tempo para as seções de trabalhos em comunicação oral está previsto para 2 hora e meia, sendo 15 minutos de exposição para cada trabalho (três por grupo) e o restante para questionamentos e debate.5.2.3 – As oficinas acontecerão em espaços distintos e não apenas no local do encontro. Um grupo de 15 oficineir@s aplicará suas oficinas em escolas públicas e outros espaços educativos da região metropolitana de Recife, tendo como participantes @s estudantes destes espaços e quaisquer pessoas interessadas. O outro grupo de 15 oficineir@s aplicará suas oficinas na sede do encontro para @s estudantes que que assim optarem.5.2.3.1 – O tempo previsto para vivência de oficinas é de 3h30 (três horas e trinta minutos).5.2.3.2- Ao enviar seus trabalhos, @s oficineir@s devem informar: quais os materiais que utilizarão, o que vão precisar para aplicar as oficinas, escolher em quais dos espaços pretendem coordená-las e dizer pra quantas pessoas as oficinas estão voltadas. Essas informações deverão constar na ficha de inscrição de trabalhos.5.2.4 - A exemplo das oficinas, os relatos de experiência tem caráter autogestionário, podendo ou não haver algum tipo de apoio da organização do encontro para sua realização, com base nas indicações apresentadas pel@s proponentes das atividades. Isto será comunicado aos/às proponentes.5.2.4.1 – O tempo previsto para relatos de experiências é de 2h30 (duas horas e trinta minutos), realizados simultaneamente às comunicações orais. 5.3 - Dos resumos e trabalhos completos:5.3.1 - Os resumos deverão conter no máximo 1.500 e no mínimo 1.000 caracteres (contando os espaços), digitados no formato Word para Windows (Fonte: Times New Roman, tamanho 12, espaço simples, justificado, margens: 2,5 esquerda, direita, superior e inferior) enviados via Internet, acompanhados de ficha de inscrição para o e-mail relatado no item 3 deste documento.5.3.2 - Ao longo do trabalho devem ser observadas as normas de citações da ABNT.5.3.3 - São obrigatórios no resumo: título em caixa alta, objetivos, metodologia, resultados ou conclusão e até 05 palavras-chaves.5.3.4 – Tanto resumo quanto trabalho completo devem ser enviados na mesma data, mas em arquivos diferentes, com as seguintes indicações: primeiras palavras do título e especificando quando resumo e texto integral. Ex.: “Escola como cemitério de vivos_TEXTO INTEGRAL” e “Escola como cemitério de vivos_RESUMO”.5.3.5 – NÃO DEVEM conter quaisquer identificações d@s autoras/es do trabalho para que seja mantido o sigilo e imparcialidade no processo de análise dos materiais enviados. Dados pessoais das pessoas devem constar apenas na ficha de inscrição e encaminhados via internet para o endereço especificado para tal.5.3.6 – Serão selecionados até 02(dois) trabalhos por autor/a, sendo necessariamente em duas diferentes modalidades quaisquer.5.3.7 - Os trabalhos selecionados para apresentação serão publicados nos anais do evento, devendo para isso ser submetidos na íntegra e aprovados pela Comissão.5.3.8 – As proposições que não forem enviadas dentro de todas as indicações feitas no item 5.3.1 constarão nos anais como atividades realizadas com os seguintes dados: seus respectivos títulos, autorias, objetivos e resumo. As que não cumprirem tais solicitações mínimas, não poderão constar nos anais.6. DOS ANAIS6.1 – Todos os trabalhos aceitos serão editados e incluídos nos Anais do XXIX ENEPe, que será editado em formato de CD, de acordo com especificações no item 5.3.8.7. CALENDÁRIO 2009 PARA INSCRIÇÕES DE TRABALHOSPERÍODO18/03/2009Publicação do Edital28/03/09 a 20/05/09Inscrições de Trabalhos20/05/09 a 30/05/09Avaliação da Comissão Científica21 a 31/05/09Divulgação dos resultados para os/as autores/as8. DA CARGA HORÁRIA DO ENCONTRO8.1 – A carga horária do 29º ENEPe será de 60hs, seguindo a carga horária de sua programação.

29º Encontro Nacional de Estudantes de PedagogiaEDUCAÇÕES E PERIFERIAS: DISCIPLINAMENTO, CONTROLE E RESISTÊNCIASRecife, janeiro de 2009.Se a pergunta: como se pode ser anarquista, hoje? pode ser feita, a resposta parece imediata: instalando a ética e a política sobre o perpétuo terreno da resistência. Palavra-mestra, ambição cardinal do libertário. Resistir, a saber, nunca colaborar, nunca ceder, guardar em poder de si tudo que faz a força, a energia e a potência do indivíduo que diz não a tudo aquilo que visa a diminuição do seu império, se não o puro e simples desaparecimento de sua identidade. ( ONFRAY, 2001, p. 195, apud GALLO, 2007, p. 241).1 – APRESENTAÇÃODe 19 a 25 de julho de 2009 acontecerá o 29º ENEPe, Encontro Nacional de Estudantes de Pedagogia, no estado de Pernambuco. O evento, organizado por estudantes de Pedagogia de todo o Brasil, terá como objetivo discutir o papel das diversas escolarizações e demais práticas educativas em regiões periféricas, procurando construir aproximações entre estas realidades a fim de identificar experiências e potenciais de disciplinamento, controle e resistências.A nossa expectativa é de que cerca de 1500 estudantes de todo o país participem do Encontro. É uma possibilidade de formação pessoal e social d@ futur@ profissional de educação, uma vez que ele (a) poderá confrontar diferentes realidades educacionais vivenciadas em diversas localidades no cenário nacional. Através das discussões, observações e práticas com pessoas das mais variadas realidades do país, poderemos buscar e/ou destacar novas alternativas para as práxis d@s educadoras/es na construção de outros mundos possíveis, fundados na incondicional solidariedade dos seres humanos consigo, com outras formas de vida e com o planeta.Na programação do 29º ENEPe está previsto a realização de palestras, mesas redondas, grupos de discussão, oficinas e atividades culturais, constituindo um processo formativo de vivência que o encontro pretende oportunizar.2 – OBJETIVOSObjetivo Geral:Discutir as contribuições dos fenômenos da escolarização em diálogo com outras práticas educativas em regiões periféricas, na perspectiva de visualizar espaços de disciplinamento, controle e resistências.Objetivos Específicos:· Confrontar distintas realidades educacionais vivenciadas em diversas periferias do cenário nacional.· Identificar perspectivas de variadas práticas em educação formal e não-formal nestas localidades.· Destacar as contribuições d@s educadoras/es e instituições indo de ou ao encontro da construção de espaços de liberdade.· Pensar indicativos para construir trilhas de educações emancipatórias.3 – JUSTIFICATIVAEducações e periferias: disciplinamento, controle e resistências.Parece que temos tendência aos conservadorismos. Os paradigmas se cristalizam e os processos históricos demonstram-se extremamente lentos, sobretudo nossa capacidade de ler a realidade para melhor con-viver, o que traz consigo inúmeras demandas. Nossas maneiras de ver, dialogar e reconstruir o mundo, então, acabam por cair em modismos, lugares-comuns, domesticações do que outrora surgiu como libertador. Talvez isso não seja só impressão – digamos que é possível constatar isso generalizadamente, talvez com certo esforço.Neste sentido, o Movimento Estudantil de Pedagogia (MEPe) há muito defende idéias que já se tornaram lugares-comuns; tão absolutos que já não paramos para refletir sobre eles. Exemplo: a sociedade que temos não nos serve, pois se sustenta na exploração e na desigualdade. Nos Encontros Nacionais, ponto alto de debates e discussões do MEPe brasileiro, observamos que isto é reafirmado, às vezes mais, outras menos, com algumas ênfases e ponderações próprias, mas o sentido em alguma medida parece comum. No entanto, quais nossos projetos de sociedades ou o que esperamos não mais cometer em possíveis novas relações sociais? E mais: o que estamos fazendo em nosso cotidiano, em nosso principal lócus de trabalho que ainda tem sido a escola, por mais que muit@s discordem, para construir essa nova sociedade, para fazer a revolução tão alardeada aos quatro ventos do mundo? A própria idéia de revolução precisa ser melhor compreendida, já que vivemos esperando o “dia D”. Quais nossos referenciais para outros mundos possíveis? E o que viriam mesmo a ser processos revolucionários?A educação, o que tem a ver com isso?Responder a essas perguntas é vital, principalmente diante do que temos observado nos últimos Encontros Nacionais, e de como têm funcionado as instâncias representativas do MEPe. A forma sectária e doutrinária como se tem desenvolvido a luta política dentro dos encontros e na mobilização junto aos estudantes são os resultados das debilidades apontadas. Quantas vezes não perdemos bons (as) futur@s militantes pela maneira truculenta e saudosista com que muitas pessoas querem atuar no ME, com as mesmas bandeiras de cinco, dez ou vinte anos atrás? Que revolução é essa que queremos que não começa para nós mesm@s e pelo nosso campo e modo de atuação?Pensando nisso, trazemos à discussão o projeto do XXIX ENEPe, no qual pretendemos discutir séria e comprometidamente que não queremos uma sociedade apoiada em ideais capitalistas, ou de quaisquer outras formas de organização fundadas na desigualdade, disciplinamento, controle, porque mesmo “quando pensamos que somos ‘senhores da escola’, que estamos sendo sujeitos do processo, estamos em verdade sujeitados” (GALLO, 2008, p. 83). E é importante também dizermos algo sobre o que queremos e como pensamos atingir os fins, que já se gestam nos meios (BETTO, 2000; SALES, 1999), que queremos com base na educação (que não acontece apenas na escola, e talvez este tenha sido um dos piores lugares de seu acontecimento) e suas contribuições/relações.Diante de tal complexa realidade, como podemos pensar o papel da educação na construção de outros mundos possíveis? Como construir processos educativos cujo principal referencial seja o cuidado com a vida e não a formação de subjetividades submissas e dóceis? Como se constitui uma educação que realize as transformações políticas, econômicas, culturais e sociais necessárias? (MESZARÓS, 2005).Muito se questiona a respeito da atuação, função ou papel da escola na sociedade. Cada vez mais se torna evidente que o processo de exclusão educacional não se dá apenas na questão do acesso à escola, mas também dentro dela. O que estamos colocando em xeque é a reprodução da estrutura de valores que contribui para perpetuar uma concepção de mundo a serviço das variadas e difusas formas de dominação, inclusive em nível macro via implementação política dos processos educacionais, que praticam e agravam o apartheid social, ou uma inclusão perversa com roupagem politicamente correta, que mais contribuem para o que se tem chamado de governamentalidade de que para possibilitar condições de liberdade.Brandão (1995) afirma que ninguém está livre da educação, pois esta se faz nas mais variadas formas e lugares, tendo se institucionalizado com o surgimento da escola. A partir de então, a escola se torna socialmente reconhecida e promotora oficial da educação. Mas por isso mesmo não podemos entendê-la como natural ou indispensável. Como ela surge? De onde? A serviço de que e contra o quê? (Beltrão, 2000; Corrêa, 2003; Sá, 2003). E a escola estatal, que podemos pensar e fazer dela?A assunção da educação por parte do Estado brasileiro intensificou-se a partir de sua “independência política de Portugal”, principalmente pela necessidade da formação de quadros da/para burocracia, em substituição aos que foram embora. O Estado assume o controle efetivo sobre os métodos de ensino, materiais didáticos e seleção do corpo docente. Os republicanos foram outros grandes entusiastas da responsabilidade do Estado com a educação básica, influenciados pelo ideário positivista, que defendia a educação como um meio de formar cidadãos e pessoas civilizadas (GALLO, 2007).Porém, esse movimento não se deu apenas por parte dos liberais; houve pressão popular por mais escolas, especialmente do movimento operário do início do século XX, em suas diversas vertentes. Os socialistas acabaram levando ao extremo a concepção liberal do Estado como guardião da igualdade de oportunidades para todos, e exigiram que o Estado oferecesse mais escolas para as crianças e adultos. Viam na educação uma forma de o povo tomar consciência da exploração sofrida e optar pela transformação social.Depois dos socialistas, os anarquistas predominaram durante duas décadas no movimento operário, e buscaram um afastamento tático e metodológico do Estado, abrindo inclusive escolas próprias; a partir da fundação do Partido Comunista Brasileiro – PCB, os comunistas organizam sua própria proposta para a educação, fazendo distinções entre o político e o pedagógico, apresentando as propostas do primeiro caso em panfletos para a população em geral e as pedagógicas em suas publicações específicas.Percebemos que, embora com diferentes motivações e interesses, liberais, socialistas e comunistas concordaram com a necessidade de que a educação fosse gerida pelo Estado, ao contrário d@s anarquistas. Mas o que é o Estado?!E a escola, o que é? Fora dos discursos hegemônicos, trata-se de uma máquina de disciplinamento e controle que tem sido o principal instrumento para propagar e reforçar os ideais elitistas, promover e acentuar as desigualdades sociais tão expressivas em nosso país (CORRÊA, 2003). Tanto nas escolas públicas, que deveriam ser para tod@s, de acordo com o próprio artigo 205 da Constituição Federal, mas acabam se voltando para o “atendimento” da classe empobrecida e espoliada, quanto nas escolas privadas, que atendem as camadas privilegiadas (já na universidade os termos se invertem).Com base nas reflexões levantadas, defenderemos nossa justificativa para escolha desse tema levados pela inquietação de que o modelo escolar pouco evolui e pouco se afasta do processo massificador, alienador e da excludente prática desumanizante. As instituições escolares se apresentam no mais intenso declínio, principalmente aquelas que atendem à classe trabalhadora; propomos então que se faça o caminho inverso, onde possamos ir de encontro ao atual padrão de escolarização/educação, e possamos permitir que @s educand@s tornem-se sujeitos críticos, políticos e conscientes de suas possibilidades enquanto gente, de seus direitos enquanto seres humanos.É hora de romper com atuais paradigmas da educação e escolarização. É hora de “deseducar”.(?) Sem contar que:"Estamos tão acostumados a conviver com a instituição escolar, que nos parece difícil discutir o seu funcionamento, a sua organização. Na verdade, o que é preciso fazer, antes de gastarmos tantos esforços para aprimorar a escola, é discutirmos as premissas básicas do seu sistema organizacional" (SÁ, 2003, p. 45).Então, precisamos ir além da inculcação que nos tem sido imposta com a redução da educação à escolarização e o silenciamento das várias possibilidades educativas ao longo da vida. Para possibilitar espaços de construção de liberdades libertárias e a libertação da educação seqüestrada pela escola, precisamos tentar libertação do que nos têm inculcado de se apenas “pensar dentro do até então pensado, e agir nos limites do até então realizado” (PEY in BELTRÃO, 2000, p. 10). Por que pensar educação tem de ser pensar escola? A que esta instituição tem servido? O que tem sido produzido dentro da lógica escolarizante tão em vigor no pensamento social e educacional?Na tentativa de sair do conformismo e a fim de destacar a importância do tema, visando a ampliação e transformação das práticas educacionais, convocamos @s estudantes de Pedagogia de todo o Brasil para o debate, a discussão e construção do 29º ENEPe, mirando uma educação para a libertação, de dialogarmos sobre e como podemos construí-la cotidianamente sem cair nos discursos simplistas e camufladores dos processos de dominação.4 - PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOSÉ momento propício para se experimentar a oficina, as conversações, as dúvidas e os transtornos, intempestividades, coisas ágeis, corriqueiras e contundentes com uma criança ou jovem; avançar sobre o que ficou obstruído pela educação centralizadora que vai do Estado às professorinhas, aos agentes comunitários, “ongueiros” e educadoras nacionais de cima pra baixo e de baixo pra cima, incluindo os professores e universitários, da graduação a pós-doc” (Passetti in Corrêa, 2006, p.10).Durante essa temporada, haverá mesas redondas, cine-debates, relatos de experiências, grupos de discussão e trabalho, oficinas, além de espaços de vivências.Nossa proposta de ato público vem do entendimento de que deve deixar uma marca permanente naquele local onde é feito. Precisamos superar a idéia fechada de que atos devem necessariamente ter pessoas segurando faixas (que dizem as mesmas coisas de sempre), gritam palavras de ordem segurando megafones, etc.Entendendo, mais uma vez, que somos pedagog@s em formação e que temos a educação como ferramenta integrante do processo de transformação, propomos que estados e grupos participantes do ENEPe preparem situações pedagógicas (oficina, aulas, atividades, etc.) e estejam dispostos a conhecer outras realidades com estudantes das redes Municipal do Recife ou Estadual e/ou outras espaços educativos fora do controle direto do Estado. Esse espaço seria uma oportunidade bastante rica de troca/construção de saberes, além de proporcionar aos/às estudantes participantes do evento um momento para conhecer outras realidades e pensar sobre sua participação na transformação (ou manutenção) social através da educação, percebendo limites e possibilidades desta atuação. Porém, se for da vontade d@s estudantes participantes do 29ª ENEPe, haverá momentos específicos para organização e concretização do Ato Público, na forma de passeata.5 – ORGANIZAÇÃO DAS ATIVIDADESNo geral assim estão organizadas as atividades do Encontro:Plenária inicialMomento de definição do Acordo de Convivência, repasses de informações gerais do Encontro, dar as boas-vindas...Mesa de AberturaIntrodução ao tema geral do encontro, ampla contextualização do problema trazido pelo tema e levantamento de problematizações a serem desenvolvidas ao longo do encontro.Mesas redondasPossibilitar discussões acerca de problemáticas relacionadas ao tema geral do encontro em dialogo com seus eixos temáticos. Serão compostas por debatedores com falas de 15 ou 30 minutos (cada), seguidas de debate.Rodas de diálogoRodas acontecendo simultaneamente com temáticas distintas. É uma prática comum nos movimentos sociais trabalhar em roda em dinâmica de diálogo.VivênciasTrocas de relatos de experiências educacionais entre os estados, por meio de dinâmicas e processos os mais diversificados possíveis para maior interação dos sujeitos nos grupos.Subver-CineA exemplo dos consagrados cine-debates, a proposta é instigar momentos de interação do filme com a realidade.Dia LivrePensamos ainda em sugerir algumas atividades para o dia livre, que possibilitem uma visão do Recife e de Pernambuco que vá alem do mero turismo elitista. Temos o Barco - escola, proporcionado pela Prefeitura do Recife para conhecer a cidade pelo Rio Capibaribe, passando pelos principais trechos de mangue. Há ainda o Recife Antigo, a Ciranda de Lia na Ilha de Itamaracá, a Casa da Rabeca do Mestre Salustiano, Olinda e Sítio Histórico, entre outros lugares.Plenária FinalMomento de definição dos planos de luta e de ação escolhidos pel@s estudantes de Pedagogia que participaram do encontro, a serem defendidos e cumpridos por eles até o ENEPe de 2010 e também momento de avaliação do 29º ENEPe.6 - BAZAR SOLIDÁRIOA realização de um bazar durante todos os dias do evento, surge como uma das propostas para abatermos as dívidas assumidas por estudantes de Pedagogia do Espírito Santo oriundas da organização do 28º ENEPe, realizado em 2008.7 – COMISSÕESPara o encaminhamento e andamento das atividades sugeridas, a comissão organizadora estará dividida em:I. Infra – estruturaDisponibilizar alojamento aos/as participantes do Encontro, atentando para a manutenção com qualidade dos banheiros, bebedouros, refeitório, etc.Operacionar equipe de segurança que venha a zelar pela integridade física d@s participantes do evento, nos espaços onde estará acontecendo o encontro, bem como pelo patrimônio da instituição-sede;Coordenar a limpeza dos alojamentos, dos locais de palestras e grupos de trabalho;Viabilizar uma equipe técnica para qualquer eventualidade na rede elétrica e hidráulica do local (eletricista, encanador);Fazer um relatório quando for repassada a responsabilidade constando: danos na estrutura reconhecida pela direção do local, antes de abrigar os/as participantes, em ofício datado e assinado pelo Diretor ou Diretora do local e pelo coordenador ou coordenadora da comissão;Organizar as brigadas que também serão responsáveis pela conservação do local;Organizar todas as inscrições feitas para o Encontro; Organizar as fichas por Estado;Responsabilizar-se pela entrega de material dos/as participantes;Providenciar a entrega dos certificados.II. FinançasOrganizar e distribuir recursos financeiros, notas fiscais, recibos e contratos estabelecidos, antes, durante e depois do Encontro;Prestar contas durante e ao final do evento a todas as coordenações e aos (as) estudantes de Pedagogia presentes ao Encontro, bem como, posteriormente, enviar relatório final das contas via e-mail, para que tod@s estudantes tenham acesso.III. CientíficaDefinir critérios para a seleção de trabalhos que contemplem a proposta do encontro;Selecionar e enviar os textos que servirão de subsídio às leituras sobre o tema principal e os eixos do evento;Trabalhar em conjunto com a Comissão Científica que irá analisar e apreciar os trabalhos a serem apresentados no XXIX ENEPe;Cuidar para que os prazos do Edital dos trabalhos sejam cumpridos;Resolver todos e quaisquer problemas que surgirem com @s autores/as dos trabalhos;Organizar a apresentação dos trabalhos antes e durante o Encontro;Fazer a entrega dos certificados d@s autores/as de trabalho.IV. ComunicaçãoCoordenar a comunicação e divulgação do evento;Disponibilizar a lista das Universidades que oferecem o curso de Pedagogia no Brasil para divulgação;Elaborar proposta de arte para o XXIX ENEPe ;Entrar em contato com as Executivas Estaduais fornecendo-lhes informações sobre o encontro, para que possam ajudar na divulgação em seus estados;Atualizar informações no blog e nas listas de discussão;Providenciar o registro em audiovisual do encontro.V. AlimentaçãoElaborar cardápio para o Encontro;Responsabilizar-se pela organização do local das refeições e dos voluntários.VI. Artístico/culturalListar e disponibilizar equipamentos necessários para o desenvolvimento das atividades culturais;Organizar as atrações culturais que se apresentarão durante o encontro;Organizar o Dia Livre;Negociar espaços disponíveis para a comercialização de livros, revistas, e artigos culturais.REFERÊNCIASBELTRÃO, Ierecê Rego. Corpos dóceis, mentes vazias, corações frios. São Paulo: Imaginário, 2000.BETTO, Frei. Desafios da Educação Popular. São Paulo: CEPIS, 2000.BRANDÃO, Carlos Rodrigues. O que é educação? São Paulo: Brasiliense, 1995.CORRÊA, Guilherme Carlos. Educação, comunicação, anarquia: procedências da sociedade de controle no Brasil. São Paulo: Cortez, 2006.GALLO, Sílvio. Deleuze e a educação. 2ª Ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2008.GALLO, Sílvio. Pedagogia Libertária: Anarquistas, Anarquismos e Educação. São Paulo: Imaginário: Editora da Universidade de Federal do Amazonas, 2007.MESZARÓS, István. Educação para além do capital. São Paulo: Boitempo, 2005.PEY, Maria Oly (org.) Recordando Paulo Freire: Experiências de Educação Libertadora na Escola. Rio de Janeiro: Achiamé, 2002.SÁ, Raquel Stela de. Do corpo disciplinar ao corpo vibrátil - Uma abordagem libertária contemporânea. Rio de Janeiro: Achiamé, 2003.SALES, Ivandro da Costa. Educação Popular – um perspectiva, um modo de atuar (Alimentando um debate). In: MELO NETO, José Francisco de; SCOCUGLIA, Afonso Celso. Educação Popular: Outros Caminhos. João Pessoa: Editora Universitária, 1999.
Postado por Executiva Pernambucana dos Estudantes de Pedagogia às
Segunda-feira, 23 de Março de 2009

Provável folder do 29º ENEPe!!!!
Disponível link para documentos importantes...
Correção da data do 29º ENEPe!!!
Explicações gerais sobre o 29º ENEPe!!!
Procedimento das inscrições no 29º ENEPe!!!
Edital de inscrição de trabalhos no 29º ENEPe!!!
Projeto do 29º ENEPe!!!
Março (1)
Provável folder do 29º ENEPe!!!!

quarta-feira, 29 de abril de 2009

A Pedagogia é a ciência ou disciplina cujo objetivo é a reflexão, ordenação, a sistematização e a crítica do processo educativo.

Fonte:http://pt.wikipedia.org/wiki/Pedagogia