A história da tecnologia é a história das ferramentas e das técnicas úteis para fazer coisas práticas. Relaciona-se intimamente com a história da ciência, que inclui a maneira como os seres humanos adquiriram o conhecimento básico necessário para construir coisas úteis. Os esforços científicos, especialmente nos tempos modernos, dependeram em regra de tecnologias específicas que permitiram aos seres humanos sondar a natureza do universo, de forma mais precisa do que a permitida pelos nossos sentidos. Os artefatos tecnológicos são produtos de uma economia, são uma força para o crescimento económico e constituem uma parte importante da nossa vida cotidiana. As inovações tecnológicas afetam e são afetadas pelas tradições culturais de uma sociedade. Elas são igualmente uma forma de desenvolver e projectar o poderio militar.
CURIOSIDADES:
Fogo, usado desde o paleolítico, possivelmente pelo homo erectus há 800.000 anos.
Ferramentas de pedra, criadas possivelmente há 100.000 anos.
Arco, funda, ca. 9.º milénio a.C.
Cobre, 8.000 a.C.
Agricultura, 8.000 a.C.
Roda, 4.000 a.C.
Escrita. 3.500 a.C.
Bronze, 3.300 a.C.
Ferro, 1.500 a.C.
Catapulta, 400 a.C.
Ferradura, 300 a.C.
Fonte:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Hist%C3%B3ria_da_tecnologia
sexta-feira, 29 de maio de 2009
quarta-feira, 27 de maio de 2009
TELEPISTEMOLOGIA
Segundo a visão da Escola de Frankfurt, quando certo meio é utilizado persistentemente pra certo fim, ou é alocado pela sociedade sempre muito próximo de certo fim, acaba-se confundindo-se com o fim, tornando-se ideológica a justificativa de que seria mero meio.Como poderia ser o caso da energia atômica, das armas de fogo vendidas às pessoas comuns, dos defensivos agrícolas.
Não podemos confundir, pois a fantasia é parte absolutamente integrante da realidade humana. O virtual é distante, no sentido de que não está fisicamente presente, mas nem por isso é ausente. Ao contrário, é presença, por vezes até mais marcante e eletrizante como a internet.
Na característica mediata do conhecimento, na problemática de que no mundo virtual não fosse possível reconstruir o conhecimento, a presença física não pode ser simplesmente ignorada, mas levada em consideração como exigem professores que usam a aula presencial para disciplinar alunos, já que a presença virtual está se vulgarizando, tornando-se cada dia mais inoportuno fazer distinções estanques entre mundos físicos e virtuais. Virtual seria a como próprio autor destaca:
Ver a realidade a olho nu é uma coisa. Outra coisa é vê-la com o auxilio de ferramentas tecnológicas, pois podemos obter resultados muito surpreendentes.
Assim desse modo, coloca que a necessário o mundo virtual como auxilio, não deixando o mundo real, mas fazendo com que se complemente. Tanto que podem nos fazer ver de novo, e inventar novos olhares de que certamente não saber fazer.
Teoricamente comunicação seria troca de informação. O conhecimento, o ciberespaço, a internet proporciona-nos grandes possibilidades, sendo um universo complexo e surpreendente, porém toda esta complexidade de informações, de recursos, são passiveis de falsificações e manipulações o que os tornam uma arma perigosa, quando mal utilizada.
O ciberespaço dilui fronteiras, naturalmente globaliza as mensagens, podendo incidir no problema oposto de confundir a globalização com homogeneização, ou com dolarização da cultura. Conhecimento e informação estão entre as mercadorias mais competitivas do mundo contemporâneo.
A tecnologia nos abre horizontes de oportunidades, mas recrudesce o desafio ético em todos os sentidos: a desinformação facilita as manobras, principalmente para falsificações e manipulações.
O conhecimento das tecnologias, do ciberespaço é imprescindível para utilização dos mesmos com responsabilidade. Ainda há certa resistência às tecnologias, ao diferente, ao novo, porém devemos eticamente apontar limitações, deturpações, manipulações, para que potencialidades humanas tanto se tornem visíveis e preserváveis.
Ao mesmo tempo em que temos um crescente avanço tecnológico, o ser humano desenvolve-se, se aprimora e, principalmente no que diz respeito à inteligência avança num ritmo frenético.
Devemos ter claro que o virtual não nega ao físico, o mundo físico e o virtual são complementares da mesma realidade, a interação possível no mundo virtual não substitui a física, mesmo assim não é inferior nem superior, é apenas de outra natureza, se a mente faz parte do corpo, este também faz parte da mente.
Analisar essa dubiedade, sem pautar as duas realidades, torna-se impossível uma compreensão clara da telepistemologia proposta pelo autor, se ficarmos procurando diferenças entre o real e o virtual, vamos cair em dicotomias cíclicas, até concluímos que uma é nada menos que o complemento da outra.
A telepistemologia muito debatida por Pedro Demo, resume o processo de conhecimento reconstruído a distância, em particular no mundo virtual da Internet. Ele questiona alguns efeitos da novas mídias na obra – Conhecimento e Aprendizagem na Nova Mídia – (p. 80), tais como: dificuldades de estabelecer parâmetros mais eqüitativos de acesso, manipulação de públicos vulneráveis, sobretudo de crianças, falsificações ainda subliminares, manobras manipulativas crescentes e sofisticadas e, em particular, a desinformação manejada habilmente pela informação truncada. Sugere, frente a tudo isso, uma tele-educação que supere o simples repasse de informações, ou seja, que seja uma educação que confira ao aluno o esforço árduo da aprendizagem reconstrutiva, e ao professor a necessidade de reconstrução de conhecimento próprio.
Quando falamos em realidade virtual, não se trata de uma nova realidade, mas parte de uma realidade já existente, exibida para o mundo através da Internet. Estamos dentro de uma ampla rede de informações não palpável, mas sem menor chance de fugir.
O conhecimento virtual por sua vez é idealizado demais porque faz da distância um problema que necessariamente não precisa ser comprometedor, como se no mundo da Internet, por exemplo, já não fosse possível reconstruir conhecimento. A distância certamente aumenta as incertezas, mas não às inventam, por que o palpável também é incerto.
Não podemos confundir, pois a fantasia é parte absolutamente integrante da realidade humana. O virtual é distante, no sentido de que não está fisicamente presente, mas nem por isso é ausente. Ao contrário, é presença, por vezes até mais marcante e eletrizante como a internet.
Na característica mediata do conhecimento, na problemática de que no mundo virtual não fosse possível reconstruir o conhecimento, a presença física não pode ser simplesmente ignorada, mas levada em consideração como exigem professores que usam a aula presencial para disciplinar alunos, já que a presença virtual está se vulgarizando, tornando-se cada dia mais inoportuno fazer distinções estanques entre mundos físicos e virtuais. Virtual seria a como próprio autor destaca:
Ver a realidade a olho nu é uma coisa. Outra coisa é vê-la com o auxilio de ferramentas tecnológicas, pois podemos obter resultados muito surpreendentes.
Assim desse modo, coloca que a necessário o mundo virtual como auxilio, não deixando o mundo real, mas fazendo com que se complemente. Tanto que podem nos fazer ver de novo, e inventar novos olhares de que certamente não saber fazer.
Teoricamente comunicação seria troca de informação. O conhecimento, o ciberespaço, a internet proporciona-nos grandes possibilidades, sendo um universo complexo e surpreendente, porém toda esta complexidade de informações, de recursos, são passiveis de falsificações e manipulações o que os tornam uma arma perigosa, quando mal utilizada.
O ciberespaço dilui fronteiras, naturalmente globaliza as mensagens, podendo incidir no problema oposto de confundir a globalização com homogeneização, ou com dolarização da cultura. Conhecimento e informação estão entre as mercadorias mais competitivas do mundo contemporâneo.
A tecnologia nos abre horizontes de oportunidades, mas recrudesce o desafio ético em todos os sentidos: a desinformação facilita as manobras, principalmente para falsificações e manipulações.
O conhecimento das tecnologias, do ciberespaço é imprescindível para utilização dos mesmos com responsabilidade. Ainda há certa resistência às tecnologias, ao diferente, ao novo, porém devemos eticamente apontar limitações, deturpações, manipulações, para que potencialidades humanas tanto se tornem visíveis e preserváveis.
Ao mesmo tempo em que temos um crescente avanço tecnológico, o ser humano desenvolve-se, se aprimora e, principalmente no que diz respeito à inteligência avança num ritmo frenético.
Devemos ter claro que o virtual não nega ao físico, o mundo físico e o virtual são complementares da mesma realidade, a interação possível no mundo virtual não substitui a física, mesmo assim não é inferior nem superior, é apenas de outra natureza, se a mente faz parte do corpo, este também faz parte da mente.
Analisar essa dubiedade, sem pautar as duas realidades, torna-se impossível uma compreensão clara da telepistemologia proposta pelo autor, se ficarmos procurando diferenças entre o real e o virtual, vamos cair em dicotomias cíclicas, até concluímos que uma é nada menos que o complemento da outra.
A telepistemologia muito debatida por Pedro Demo, resume o processo de conhecimento reconstruído a distância, em particular no mundo virtual da Internet. Ele questiona alguns efeitos da novas mídias na obra – Conhecimento e Aprendizagem na Nova Mídia – (p. 80), tais como: dificuldades de estabelecer parâmetros mais eqüitativos de acesso, manipulação de públicos vulneráveis, sobretudo de crianças, falsificações ainda subliminares, manobras manipulativas crescentes e sofisticadas e, em particular, a desinformação manejada habilmente pela informação truncada. Sugere, frente a tudo isso, uma tele-educação que supere o simples repasse de informações, ou seja, que seja uma educação que confira ao aluno o esforço árduo da aprendizagem reconstrutiva, e ao professor a necessidade de reconstrução de conhecimento próprio.
Quando falamos em realidade virtual, não se trata de uma nova realidade, mas parte de uma realidade já existente, exibida para o mundo através da Internet. Estamos dentro de uma ampla rede de informações não palpável, mas sem menor chance de fugir.
O conhecimento virtual por sua vez é idealizado demais porque faz da distância um problema que necessariamente não precisa ser comprometedor, como se no mundo da Internet, por exemplo, já não fosse possível reconstruir conhecimento. A distância certamente aumenta as incertezas, mas não às inventam, por que o palpável também é incerto.
quarta-feira, 20 de maio de 2009
Telepistemologia. Por Pedro Demo....
Telepistemologia:
Conhecimento reconstruído a distância, em particular no mundo virtual da Internet.
Pedro Demo vem nos trazer um debate de até que ponto reconstruir conhecimento a distância muda alguma coisa na teoria do conhecimento, e o que passaria então a ser novo?
Pois quando se fale em realidade virtual, não se trata de uma nova realidade, mas parte de uma realidade já existente, exibida para o mundo através da Internet. Estamos dentro de uma ampla rede de informações não palpável, mas sem menor chance de fugir.
A Internet nos dá não só novas oportunidades de ver, mas de também exibir. O virtual é distante, no sentido de que não está fisicamente presente, mas nem por isso é ausente. Ao contrário, é presença, por vezes até mais marcante, como mostra o mundo eletrônico e eletrizante da Internet. Dessa forma vemos que o virtual não é nem mais nem menos real que o físico, mas simplesmente outro nível de realidade.
O conhecimento virtual por sua vez é idealizado demais porque faz da distância um problema que necessariamente não precisa ser comprometedor, como se no mundo da Internet, por exemplo, já não fosse possível reconstruir conhecimento. A distância certamente aumenta as incertezas, mas não às inventam, por que o palpável também é incerto.
Conhecimento reconstruído a distância, em particular no mundo virtual da Internet.
Pedro Demo vem nos trazer um debate de até que ponto reconstruir conhecimento a distância muda alguma coisa na teoria do conhecimento, e o que passaria então a ser novo?
Pois quando se fale em realidade virtual, não se trata de uma nova realidade, mas parte de uma realidade já existente, exibida para o mundo através da Internet. Estamos dentro de uma ampla rede de informações não palpável, mas sem menor chance de fugir.
A Internet nos dá não só novas oportunidades de ver, mas de também exibir. O virtual é distante, no sentido de que não está fisicamente presente, mas nem por isso é ausente. Ao contrário, é presença, por vezes até mais marcante, como mostra o mundo eletrônico e eletrizante da Internet. Dessa forma vemos que o virtual não é nem mais nem menos real que o físico, mas simplesmente outro nível de realidade.
O conhecimento virtual por sua vez é idealizado demais porque faz da distância um problema que necessariamente não precisa ser comprometedor, como se no mundo da Internet, por exemplo, já não fosse possível reconstruir conhecimento. A distância certamente aumenta as incertezas, mas não às inventam, por que o palpável também é incerto.
Aprender a aprender
Texto do professor ,Newton Duarte da Universidade Estadual Paulista do Programa de Pós-Graduação em Educação Escolar.
Que retrata a tese descrita no próprio texto de que a assim chamada pedagogia das competências é integrante de um ampla corrente educacional contemporânea, a qual eu chamarei de pedagogias do “aprender a aprender”.
Assim Focaliza apenas quatro posicionamentos valorativos contidos no lema “aprender
aprender”.
O primeiro posicionamento: são mais desejáveis as aprendizagens que o indivíduo realiza por si mesmo, nas quais está ausente a transmissão, por outros indivíduos, de conhecimentos
e experiências. Deixa claro aqui a buscar por aprender pela curiosidade, mas sempre levando em fato a contruibuição que o educar pode e deve fazer.
O segundo é mais importante o aluno desenvolver um método de aquisição, elaboração, descoberta, construção de conhecimentos, do que esse aluno aprenderos conhecimentos que foram descobertos e elaborados por outras pessoas. Buscar sempre a pesquisa, abrir novos compras para as comparações e leituras. Sempre focando no seu tema. Como cita o próprio professor:
''O problema da educação internacional é, portanto, essencialmente o de direcionar o adolescente não para soluções prontas, mas para um método que lhe permita construí-
las por conta própria.''
O terceiro posicionamento valorativo seria o de que a atividade do aluno, para ser verdadeiramente educativa, deve ser impulsionada e dirigida pelos interesses
e necessidades da própria criança. Focar sempre o gosto dela, deixa bem a vontade.
O quarto posicionamento valorativo é o de que a educação deve preparar os indivíduos para acompanharem a sociedade em acelerado processo de mudança, ou seja, enquanto a educação tradicional seria resultante de sociedades estáticas, nas quais a transmissão dos conhecimentos e tradições produzidos.
Para concluir, esclareço que tenho consciência das limitações deste trabalho. Afirmar que as idéias acima enunciadas constituem-se em ilusões da sociedade do conhecimento gera a necessidade de apresentar uma análise detalhada, bem fundamentada em teorias e em
dados empíricos, de maneira a justificar tal afirmação. Concluindo assim um pequeno foco no texto elabarado pelo professor
Que retrata a tese descrita no próprio texto de que a assim chamada pedagogia das competências é integrante de um ampla corrente educacional contemporânea, a qual eu chamarei de pedagogias do “aprender a aprender”.
Assim Focaliza apenas quatro posicionamentos valorativos contidos no lema “aprender
aprender”.
O primeiro posicionamento: são mais desejáveis as aprendizagens que o indivíduo realiza por si mesmo, nas quais está ausente a transmissão, por outros indivíduos, de conhecimentos
e experiências. Deixa claro aqui a buscar por aprender pela curiosidade, mas sempre levando em fato a contruibuição que o educar pode e deve fazer.
O segundo é mais importante o aluno desenvolver um método de aquisição, elaboração, descoberta, construção de conhecimentos, do que esse aluno aprenderos conhecimentos que foram descobertos e elaborados por outras pessoas. Buscar sempre a pesquisa, abrir novos compras para as comparações e leituras. Sempre focando no seu tema. Como cita o próprio professor:
''O problema da educação internacional é, portanto, essencialmente o de direcionar o adolescente não para soluções prontas, mas para um método que lhe permita construí-
las por conta própria.''
O terceiro posicionamento valorativo seria o de que a atividade do aluno, para ser verdadeiramente educativa, deve ser impulsionada e dirigida pelos interesses
e necessidades da própria criança. Focar sempre o gosto dela, deixa bem a vontade.
O quarto posicionamento valorativo é o de que a educação deve preparar os indivíduos para acompanharem a sociedade em acelerado processo de mudança, ou seja, enquanto a educação tradicional seria resultante de sociedades estáticas, nas quais a transmissão dos conhecimentos e tradições produzidos.
Para concluir, esclareço que tenho consciência das limitações deste trabalho. Afirmar que as idéias acima enunciadas constituem-se em ilusões da sociedade do conhecimento gera a necessidade de apresentar uma análise detalhada, bem fundamentada em teorias e em
dados empíricos, de maneira a justificar tal afirmação. Concluindo assim um pequeno foco no texto elabarado pelo professor
sábado, 9 de maio de 2009
VII SEMANA CSO - UFES (DES)ENVOLVIMENTOS
VII SEMANA CSO - UFES (DES)ENVOLVIMENTOS
DIA 11/05/09 - Abertura
15:00 às 17:00 - Inscrições
17:00 às 18:00 - Sessão de Abertura - Auditório do IC-2
Diretor do CCHN, Chefe DCSO, Coordenador do Colegiado CSO, Coordenador do Evento.
18:30 às 22:00 - Conferência de abertura: Políticas Públicas e desenvolvimento – o caso do Espírito Santo.
Mediador: Eduardo Moreira (UFES - ES)
Palestrantes: Carlos Walter Porto Gonçalves (UFF-RJ)
Jose Antonio Bof Buffon (BANDES)
Representante do Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA)
Debatedora: Marta Zorzal e Silva (UFES-ES)
DIA: 12/05/09 – Eixo Temático: Desenvolvimento, meio ambiente e sociedade.
9:00 às 12:00 - Mini-Cursos:
13:30 às 16:15 - Sessão Temática Coordenada – Políticas Públicas
17:00 às 20:30 - Conferência: Meio ambiente e exclusão social.
Mediadora: Fernanda Carvalho Figueira (UFES-ES)
Palestrantes: Leonardo Bis dos Santos (Cientista Social)
Henri Acselrad (IPPUR - UFRJ)
Margareth Batista Saraiva Coelho (Projeto Terra/PMV)
Debatedor: Cláudio Zanoteli (UFES-ES)
DIA: 13/05/09 - Eixo Temático: A Interdisciplinaridade nas Análises Socioambientais
9:00 às 12:00 - Mini-Cursos:
13:30 às 17:00 - Sessão Temática Coordenada – Meio ambiente e Sociedade
18:30 às 22:00 - Conferência: Desenvolvimento Socioambiental – Calços e Percalços
Mediadora: Flávia Amboss Merçon Leonardo (UFES-ES)
Palestrantes: Antônio Carlos Diegues (USP-SP)
Jacqueline Albino (UFES–ES)
Elen Trentini (IEMA-ES)
Debatedora: Aline Trigueiro (UFES-ES)
DIA: 14/05/09 – Eixo Temático: Políticas Culturais e Etnodesenvolvimento
9:00 às 12:00 - Mini-Cursos:
13:30 às 17:00 - Sessão Temática Coordenada – Estado e Desenvolvimento
18:30 às 22:00 - Conferência: Patrimonialização e etnodesenvolvimento
Mediadora: Priscilla Peixoto Colodetti (UFES-ES)
Palestrantes: Renata Hermani (UFES-ES)
Eliomar Mazoco (Comissão Espírito-Santense de Folclore)
Ana Teles da Silva (IPHAN-ES/IBRAM)
Debatedor: Osvaldo Martins de Oliveira (UFES-ES)
DIA: 15/05/09 – Eixo Temático: Transformações Sociais dos projetos de desenvolvimento em comunidades tradicionais.
9:00 às 12:00 - Mini-Cursos:
13:30 às 17:00 - Sessão Temática Coordenada – Impactos do Desenvolvimento
18:30 às 22:00 - Conferência: Desenvolvimentos alternativos ao desenvolvimento
Mediador: Raphael Brun (UFES-ES)
Palestrantes: Dra. Vânia Maria Losada Moreira (UFRRJ-RJ)
Dra. Silvia Lopes da Silva Macedo (UFES-ES)
Representante indígena da etnia Guarani Mbya
Debatedora: Celeste Ciccarone (UFES-ES)
::Programação Geral do Evento
DIA 11/05/09 - Abertura
15:00 às 17:00 - Inscrições
17:00 às 18:00 - Sessão de Abertura - Auditório do IC-2
Diretor do CCHN, Chefe DCSO, Coordenador do Colegiado CSO, Coordenador do Evento.
18:30 às 22:00 - Conferência de abertura: Políticas Públicas e desenvolvimento – o caso do Espírito Santo.
Mediador: Eduardo Moreira (UFES - ES)
Palestrantes: Carlos Walter Porto Gonçalves (UFF-RJ)
Jose Antonio Bof Buffon (BANDES)
Representante do Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA)
Debatedora: Marta Zorzal e Silva (UFES-ES)
DIA: 12/05/09 – Eixo Temático: Desenvolvimento, meio ambiente e sociedade.
9:00 às 12:00 - Mini-Cursos:
13:30 às 16:15 - Sessão Temática Coordenada – Políticas Públicas
17:00 às 20:30 - Conferência: Meio ambiente e exclusão social.
Mediadora: Fernanda Carvalho Figueira (UFES-ES)
Palestrantes: Leonardo Bis dos Santos (Cientista Social)
Henri Acselrad (IPPUR - UFRJ)
Margareth Batista Saraiva Coelho (Projeto Terra/PMV)
Debatedor: Cláudio Zanoteli (UFES-ES)
DIA: 13/05/09 - Eixo Temático: A Interdisciplinaridade nas Análises Socioambientais
9:00 às 12:00 - Mini-Cursos:
13:30 às 17:00 - Sessão Temática Coordenada – Meio ambiente e Sociedade
18:30 às 22:00 - Conferência: Desenvolvimento Socioambiental – Calços e Percalços
Mediadora: Flávia Amboss Merçon Leonardo (UFES-ES)
Palestrantes: Antônio Carlos Diegues (USP-SP)
Jacqueline Albino (UFES–ES)
Elen Trentini (IEMA-ES)
Debatedora: Aline Trigueiro (UFES-ES)
DIA: 14/05/09 – Eixo Temático: Políticas Culturais e Etnodesenvolvimento
9:00 às 12:00 - Mini-Cursos:
13:30 às 17:00 - Sessão Temática Coordenada – Estado e Desenvolvimento
18:30 às 22:00 - Conferência: Patrimonialização e etnodesenvolvimento
Mediadora: Priscilla Peixoto Colodetti (UFES-ES)
Palestrantes: Renata Hermani (UFES-ES)
Eliomar Mazoco (Comissão Espírito-Santense de Folclore)
Ana Teles da Silva (IPHAN-ES/IBRAM)
Debatedor: Osvaldo Martins de Oliveira (UFES-ES)
DIA: 15/05/09 – Eixo Temático: Transformações Sociais dos projetos de desenvolvimento em comunidades tradicionais.
9:00 às 12:00 - Mini-Cursos:
13:30 às 17:00 - Sessão Temática Coordenada – Impactos do Desenvolvimento
18:30 às 22:00 - Conferência: Desenvolvimentos alternativos ao desenvolvimento
Mediador: Raphael Brun (UFES-ES)
Palestrantes: Dra. Vânia Maria Losada Moreira (UFRRJ-RJ)
Dra. Silvia Lopes da Silva Macedo (UFES-ES)
Representante indígena da etnia Guarani Mbya
Debatedora: Celeste Ciccarone (UFES-ES)
::Programação Geral do Evento
sexta-feira, 1 de maio de 2009
29º ENEPE
Socialização das informações sobre o 29º ENEPE, que será realizado entre os dias 19 e 25 de julho, na cidade do Recife, em Pernambuco. O tema deste ano é: Educações e periferias: disciplinamento, controle e resistências!!!
Segue abaixo o link da página com os arquivos do edital de trabalhos, projeto e procedimentos das inscrições para o 29° ENEPe. É só abrir o link e baixar os arquivos.http://www.4shared.com/dir/15004770/db8828bd/sharing.html
Procedimento das inscrições no 29º ENEPe!!!
Procedimentos de inscrição do 29º ENEPEComissão Organizadora do XXIX ENEPeExecutiva Pernambucana de Estudantes de PedagogiaXXIX Encontro Nacional dos/as Estudantes de Pedagogia – Recife19/07/09 a 25/07/09As inscrições para participação no 29º ENEPe estão divididas em dois períodos. São eles:a) O primeiro período de inscrição vai do dia 27 de abril ao dia 19 de junho. Os valores das inscrições durante esse período são: R$ 90,00 com alimentação e R$ 60,00 sem alimentação. Lembrando que há a possibilidade dos participantes contribuírem com R$ 10,00 ou mais para ajudar a abater a dívida ocasionada gerada com a organização do 28º ENEPe. Até o início do encontro procuraremos divulgar com exatidão quanto está essa dívida no momento.b) O segundo período vai do dia 30 de junho ao dia 17 de julho no banco e no dia 19 de julho no local do credenciamento. Nesse período os valores serão os seguintes: R$ 110,00 com alimentação e R$ 60,00 sem alimentação. Lembrando que a contribuição para abatimento da dívida do 28º ENEPe continua valendo nesse período.c) Os depósitos devem ser feitos ÚNICA e EXCLUSIVAMENTE na BOCA DO CAIXA.d) A conta é a seguinte:AGÊNCIA: 3613-7CONTA POUPANÇA: 31.757-8VARIAÇÃO: 01BANCO DO BRASILNOMINALMENTE PARA: CLODOALDO MARQUES GOMESe) NENHUM depósito feito em caixa eletrônico será aceito. Portanto, façam as inscrições, na medida do possível, com antecedência, pois será necessário enfrentar fila de banco pra realizar o depósito na BOCA DO CAIXA. O comprovante de depósito deve ser entregue no ato do credenciamento no dia 19/07/09 e o nº. do depósito deve ser informado na ficha de inscrição.f) Só serão aceitas as inscrições feitas dentro dos períodos estabelecidos respeitando seus respectivos valores.g) Após fazerem o depósitos os participantes deverão preencher completamente a ficha de inscrição do 29º ENEPe, que segue anexa a esse projeto, a qual também deve ser enviada obedecendo aos mesmos prazos das inscrições;h) Os valores das inscrições serão os mesmos para as pessoas que irão apresentar trabalhos;i) A inscrição no 29º ENEPE dará direito a:· Bolsa contendo: caneta, bloco, caneca e regimento do encontro;· Certificado e crachá;· Alojamento;· 6 (seis) cafés da manhã; 5 (cinco) almoços e 6 (seis) jantas; Nesse caso é exclusivo para quem pagar a inscrição com alimentação.· Acesso a todas as plenárias, debates, apresentações culturais e apresentações de trabalhos;j) As (os) estudantes que apresentarão trabalhos não terão isenção nem abatimento na taxa de inscrição.k) As fichas de inscrição, COM ou SEM apresentação de trabalhos, devem ser devidamente preenchidas e enviadas para o seguinte e-mail: inscricaoenepe29@yahoo.com.brl) Os dois modelos de fichas de inscrição seguem anexadas a este documento.FICHA DE INSCRIÇÃO (COM TRABALHO)Comissão Organizadora do XXIX ENEPeExecutiva Pernambucana de Estudantes de PedagogiaXXIX Encontro Nacional dos/as Estudantes de Pedagogia – Recife19/07/09 a 25/07/091. - Dados Pessoais:1.1 - Nome*:1.2 - Telefone:1.3 - Cidade/Estado*:1.4- Instituição*:1.7 – E-mail*:* Indispensáveis2- Do trabalho:2.1 – Nome do Trabalho:2.2 - ( ) Pesquisa ( ) Extensão2.3 - Formato de Apresentação do Trabalho:( ) Relato de experiência ( ) Comunicação OralOficina em: ( ) Escola; ( ) Espaços não-escolares; ( ) Sede do Encontro( ) Quantidade de público participante da oficina2.4 – Material didático necessário para apresentação:2.5 – Eixo temático (favor assinalar com um X):( ) Educação libertária;( ) Estudos históricos;( ) Relação entre educação e Estado;( ) Educação e trabalho;( ) Espaços escolares e não-escolares de educação;( ) Educação e novas tecnologias.( ) Gênero, diversidade e orientação sexual2.6 – Título (s) do trabalho (s):3.Informações Indispensáveis para ajudar a Comissão Organizadora:3.1 – Tipo de alojamento que vai utilizar no 29º ENEPe:( ) Quadra(alojamento da sede) ( ) Barraca de camping (haverá um espaço exclusivo para esse tipo de alojamento dentro da sede do encontro)( )Hotel/Pousada (esta opção não é de responsabilidade da comissão organizadora, mas poderemos dar indicativos de locais). ( ) Outros (também sem ser da responsabilidade da organização do encontro)3.2 – Você é vegetariana (o)?( ) Sim ( ) Não4. Pagamento das inscrições:4.1 – Os depósitos devem ser feitos EXCLUSIVAMENTE na boca do caixa e nominalmente para CLODOALDO MARQUES GOMES.Agencia: 3613-7Conta Poupança: 31.757-8variação 01 – Banco do Brasil.Guardem o comprovante de depósito, pois a apresentação do mesmo será exigida na hora do credenciamento.3.2 – O valor das inscrições são os seguintes:( ) R$ 90,00 com alimentação ( ) R$ 100,00 com alimentação*( ) R$ 60,00 sem alimentação ( ) R$ 70,00 sem alimentação** Esses valores são sugestões para as pessoas que querem contribuir com abatimento da dívida do 28º ENEPe.N° do Depósito:FICHA DE INSCRIÇÃO PARA PARTICIPAÇÃO NO 29º ENEPE.Comissão Organizadora do XXIX ENEPeXXIX Encontro Nacional dos/as Estudantes de Pedagogia – Recife19/07/09 a 25/07/091. - Dados Pessoais:1.1 - Nome:______________________________________________________1.2 – Instituição: __________________________________________________11.4 – RG/CPF: ___________________________________________________1.8 – E-mail: _____________________________________________________1.9 – Telefone com DDD: __________________________________________2.Informações Indispensáveis para ajudar a Comissão Organizadora:2.1 – Tipo de alojamento que vai utilizar no 29º ENEPe:( ) Quadra(alojamento da sede) ( ) Barraca de camping (haverá um espaço exclusivo para esse tipo de alojamento dentro da sede do encontro)( )Hotel/Pousada* ( ) Outros*(estas opções não são de responsabilidade da comissão organizadora, mas poderemos dar indicativos de locais).2.2 – Você é vegetariana (o)?( ) Sim ( ) Não3. Pagamento das inscrições:3.1 – Os depósitos devem ser feitos EXCLUSIVAMENTE na boca do caixa e nominalmente para CLODOALDO MARQUES GOMES.Agencia: 3613-7 Conta Poupança: 31.757-8variação 01 – Banco do Brasil.Guardem o comprovante de depósito, pois a apresentação do mesmo será exigida na hora do credenciamento.3.2 – O valor das inscrições são os seguintes:( ) R$ 90,00 com alimentação ( ) R$ 100,00 com alimentação*( ) R$ 60,00 sem alimentação ( ) R$ 70,00 sem alimentação** Esses valores são sugestões para as pessoas que querem contribuir com abatimento da dívida do 28º ENEPe.N° do Depósito:3.3 – Período das inscrições:As inscrições com os valores citados no item 3.2 são válidas durante o período de 23 de abril até o dia 19 de junho. As contribuições para abatimento da dívida do 28º ENEPe não têm limite de tempo. Podendo o valor das contribuições serem maiores do que os propostos, caso os participantes assim queiram.Depois reabriremos o período de inscrição, que será do dia 30 de junho até o dia 17 de julho, na BOCA DO CAIXA e no dia 19 de julho, no local do credenciamento com os seguintes valores: R$ 110,00 com alimentação e R$ 60,00 sem alimentação. Outra ficha de inscrição será disponibilizada nesse período.Lembrando que as inscrições realizadas nesse período (30/06 a 19/07), não garantem o recebimento dos materiais. Na hora do credenciamento, os estudantes devem entregar aos credenciadores: xérox da identidade, do CPF, do comprovante de Matrícula atualizado, ficha de inscrição de participação no 29º ENEPe e o comprovante do depósito de pagamento da taxa de inscrição.OBS:Quem não comprovar o pagamento das inscrições, não realizará a mesma.
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Edital de inscrição de trabalhos no 29º ENEPe!!!
EDITAL 01/2009EDITAL PARA APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS NO XXIX ENEPe - Encontro Nacional de Estudantes de Pedagogia.Recife/PE, Abril de 2009A Comissão Organizadora do XXIX ENEPe torna público os procedimentos para inscrição de trabalhos no encontro que acontecerá entre os dias 19 a 25 de julho de 2009, em Recife.1. DOS OBJETIVOS1.1 - Este Encontro tem como objetivo principal discutir as contribuições dos fenômenos da escolarização em diálogo com outras práticas educativas, na perspectiva de visualizar espaços de disciplinamento, controle e resistências.2. DOS EIXOS TEMÁTICOS2.1 - O tema geral do ENEPe se desdobrará nos seguintes eixos temáticos:1. Teorias de educação libertária;2. Estudos históricos;3. Educação e Estado;4. Educação e trabalho;5. Espaços escolares e não-escolares de educação;6. Educação e novas tecnologias;7. Gênero, diversidade e orientação sexual;3. DAS INSCRIÇÕES DE TRABALHOS3.1 – @s estudantes deverão se inscrever através de ficha de inscrição (modelo anexo) e enviar para o e-mail: trabalhosenepe2009@yahoo.com.br.3.2 - Período: 28/03/2009 até 20/05/20094. DA SELEÇÃO DOS TRABALHOS4.1 - A seleção dos trabalhos será coordenada pelo Comitê Científico Organizador do ENEPe, de acordo com os seguintes critérios:- diálogo das propostas com os eixos temáticos e objetivos do encontro;- preenchimento adequado da ficha de inscrição e diálogo do trabalho com as indicações para apresentação dos trabalhos.5. DAS INDICAÇÕES PARA ENVIO E APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS5.1 Das Propostas:5.1.1 – Os resumos serão submetidos à revisão pelo comitê científico. A confirmação de aceite de trabalhos para apresentação será informada aos/às autores/as a partir de 21/05/2009.5.1.2 - Os trabalhos selecionados deverão ser propostos, inicialmente, em três modalidades: comunicação oral, oficina e relatos de experiências. Caso haja alguma proposta de outra modalidade, @ propositor/a deve apresentá-la para apreciação. Não garantimos total viabilidade – mas dialogamos. Não deixe de mandar sua proposta: construa o encontro!5.1.2.1- Previsão inicial para quantitativos de trabalhos:comunicação oral (30 trabalhos)Relatos de experiências (30 trabalhos);Oficinas (30 trabalhos, sendo 15 em diversos espaços educativos e 15 na sede do encontro )5.1.2.2 – Só receberá certificado da realização do momento a pessoa que estiver presente na apresentação do trabalho, sem exceções.5.2 - Dos trabalhos:5.2.1 - Na forma de comunicação oral poderá ser feito em retroprojetor, data-show ou como preferir @ expositor/a.5.2.2- O tempo para as seções de trabalhos em comunicação oral está previsto para 2 hora e meia, sendo 15 minutos de exposição para cada trabalho (três por grupo) e o restante para questionamentos e debate.5.2.3 – As oficinas acontecerão em espaços distintos e não apenas no local do encontro. Um grupo de 15 oficineir@s aplicará suas oficinas em escolas públicas e outros espaços educativos da região metropolitana de Recife, tendo como participantes @s estudantes destes espaços e quaisquer pessoas interessadas. O outro grupo de 15 oficineir@s aplicará suas oficinas na sede do encontro para @s estudantes que que assim optarem.5.2.3.1 – O tempo previsto para vivência de oficinas é de 3h30 (três horas e trinta minutos).5.2.3.2- Ao enviar seus trabalhos, @s oficineir@s devem informar: quais os materiais que utilizarão, o que vão precisar para aplicar as oficinas, escolher em quais dos espaços pretendem coordená-las e dizer pra quantas pessoas as oficinas estão voltadas. Essas informações deverão constar na ficha de inscrição de trabalhos.5.2.4 - A exemplo das oficinas, os relatos de experiência tem caráter autogestionário, podendo ou não haver algum tipo de apoio da organização do encontro para sua realização, com base nas indicações apresentadas pel@s proponentes das atividades. Isto será comunicado aos/às proponentes.5.2.4.1 – O tempo previsto para relatos de experiências é de 2h30 (duas horas e trinta minutos), realizados simultaneamente às comunicações orais. 5.3 - Dos resumos e trabalhos completos:5.3.1 - Os resumos deverão conter no máximo 1.500 e no mínimo 1.000 caracteres (contando os espaços), digitados no formato Word para Windows (Fonte: Times New Roman, tamanho 12, espaço simples, justificado, margens: 2,5 esquerda, direita, superior e inferior) enviados via Internet, acompanhados de ficha de inscrição para o e-mail relatado no item 3 deste documento.5.3.2 - Ao longo do trabalho devem ser observadas as normas de citações da ABNT.5.3.3 - São obrigatórios no resumo: título em caixa alta, objetivos, metodologia, resultados ou conclusão e até 05 palavras-chaves.5.3.4 – Tanto resumo quanto trabalho completo devem ser enviados na mesma data, mas em arquivos diferentes, com as seguintes indicações: primeiras palavras do título e especificando quando resumo e texto integral. Ex.: “Escola como cemitério de vivos_TEXTO INTEGRAL” e “Escola como cemitério de vivos_RESUMO”.5.3.5 – NÃO DEVEM conter quaisquer identificações d@s autoras/es do trabalho para que seja mantido o sigilo e imparcialidade no processo de análise dos materiais enviados. Dados pessoais das pessoas devem constar apenas na ficha de inscrição e encaminhados via internet para o endereço especificado para tal.5.3.6 – Serão selecionados até 02(dois) trabalhos por autor/a, sendo necessariamente em duas diferentes modalidades quaisquer.5.3.7 - Os trabalhos selecionados para apresentação serão publicados nos anais do evento, devendo para isso ser submetidos na íntegra e aprovados pela Comissão.5.3.8 – As proposições que não forem enviadas dentro de todas as indicações feitas no item 5.3.1 constarão nos anais como atividades realizadas com os seguintes dados: seus respectivos títulos, autorias, objetivos e resumo. As que não cumprirem tais solicitações mínimas, não poderão constar nos anais.6. DOS ANAIS6.1 – Todos os trabalhos aceitos serão editados e incluídos nos Anais do XXIX ENEPe, que será editado em formato de CD, de acordo com especificações no item 5.3.8.7. CALENDÁRIO 2009 PARA INSCRIÇÕES DE TRABALHOSPERÍODO18/03/2009Publicação do Edital28/03/09 a 20/05/09Inscrições de Trabalhos20/05/09 a 30/05/09Avaliação da Comissão Científica21 a 31/05/09Divulgação dos resultados para os/as autores/as8. DA CARGA HORÁRIA DO ENCONTRO8.1 – A carga horária do 29º ENEPe será de 60hs, seguindo a carga horária de sua programação.
29º Encontro Nacional de Estudantes de PedagogiaEDUCAÇÕES E PERIFERIAS: DISCIPLINAMENTO, CONTROLE E RESISTÊNCIASRecife, janeiro de 2009.Se a pergunta: como se pode ser anarquista, hoje? pode ser feita, a resposta parece imediata: instalando a ética e a política sobre o perpétuo terreno da resistência. Palavra-mestra, ambição cardinal do libertário. Resistir, a saber, nunca colaborar, nunca ceder, guardar em poder de si tudo que faz a força, a energia e a potência do indivíduo que diz não a tudo aquilo que visa a diminuição do seu império, se não o puro e simples desaparecimento de sua identidade. ( ONFRAY, 2001, p. 195, apud GALLO, 2007, p. 241).1 – APRESENTAÇÃODe 19 a 25 de julho de 2009 acontecerá o 29º ENEPe, Encontro Nacional de Estudantes de Pedagogia, no estado de Pernambuco. O evento, organizado por estudantes de Pedagogia de todo o Brasil, terá como objetivo discutir o papel das diversas escolarizações e demais práticas educativas em regiões periféricas, procurando construir aproximações entre estas realidades a fim de identificar experiências e potenciais de disciplinamento, controle e resistências.A nossa expectativa é de que cerca de 1500 estudantes de todo o país participem do Encontro. É uma possibilidade de formação pessoal e social d@ futur@ profissional de educação, uma vez que ele (a) poderá confrontar diferentes realidades educacionais vivenciadas em diversas localidades no cenário nacional. Através das discussões, observações e práticas com pessoas das mais variadas realidades do país, poderemos buscar e/ou destacar novas alternativas para as práxis d@s educadoras/es na construção de outros mundos possíveis, fundados na incondicional solidariedade dos seres humanos consigo, com outras formas de vida e com o planeta.Na programação do 29º ENEPe está previsto a realização de palestras, mesas redondas, grupos de discussão, oficinas e atividades culturais, constituindo um processo formativo de vivência que o encontro pretende oportunizar.2 – OBJETIVOSObjetivo Geral:Discutir as contribuições dos fenômenos da escolarização em diálogo com outras práticas educativas em regiões periféricas, na perspectiva de visualizar espaços de disciplinamento, controle e resistências.Objetivos Específicos:· Confrontar distintas realidades educacionais vivenciadas em diversas periferias do cenário nacional.· Identificar perspectivas de variadas práticas em educação formal e não-formal nestas localidades.· Destacar as contribuições d@s educadoras/es e instituições indo de ou ao encontro da construção de espaços de liberdade.· Pensar indicativos para construir trilhas de educações emancipatórias.3 – JUSTIFICATIVAEducações e periferias: disciplinamento, controle e resistências.Parece que temos tendência aos conservadorismos. Os paradigmas se cristalizam e os processos históricos demonstram-se extremamente lentos, sobretudo nossa capacidade de ler a realidade para melhor con-viver, o que traz consigo inúmeras demandas. Nossas maneiras de ver, dialogar e reconstruir o mundo, então, acabam por cair em modismos, lugares-comuns, domesticações do que outrora surgiu como libertador. Talvez isso não seja só impressão – digamos que é possível constatar isso generalizadamente, talvez com certo esforço.Neste sentido, o Movimento Estudantil de Pedagogia (MEPe) há muito defende idéias que já se tornaram lugares-comuns; tão absolutos que já não paramos para refletir sobre eles. Exemplo: a sociedade que temos não nos serve, pois se sustenta na exploração e na desigualdade. Nos Encontros Nacionais, ponto alto de debates e discussões do MEPe brasileiro, observamos que isto é reafirmado, às vezes mais, outras menos, com algumas ênfases e ponderações próprias, mas o sentido em alguma medida parece comum. No entanto, quais nossos projetos de sociedades ou o que esperamos não mais cometer em possíveis novas relações sociais? E mais: o que estamos fazendo em nosso cotidiano, em nosso principal lócus de trabalho que ainda tem sido a escola, por mais que muit@s discordem, para construir essa nova sociedade, para fazer a revolução tão alardeada aos quatro ventos do mundo? A própria idéia de revolução precisa ser melhor compreendida, já que vivemos esperando o “dia D”. Quais nossos referenciais para outros mundos possíveis? E o que viriam mesmo a ser processos revolucionários?A educação, o que tem a ver com isso?Responder a essas perguntas é vital, principalmente diante do que temos observado nos últimos Encontros Nacionais, e de como têm funcionado as instâncias representativas do MEPe. A forma sectária e doutrinária como se tem desenvolvido a luta política dentro dos encontros e na mobilização junto aos estudantes são os resultados das debilidades apontadas. Quantas vezes não perdemos bons (as) futur@s militantes pela maneira truculenta e saudosista com que muitas pessoas querem atuar no ME, com as mesmas bandeiras de cinco, dez ou vinte anos atrás? Que revolução é essa que queremos que não começa para nós mesm@s e pelo nosso campo e modo de atuação?Pensando nisso, trazemos à discussão o projeto do XXIX ENEPe, no qual pretendemos discutir séria e comprometidamente que não queremos uma sociedade apoiada em ideais capitalistas, ou de quaisquer outras formas de organização fundadas na desigualdade, disciplinamento, controle, porque mesmo “quando pensamos que somos ‘senhores da escola’, que estamos sendo sujeitos do processo, estamos em verdade sujeitados” (GALLO, 2008, p. 83). E é importante também dizermos algo sobre o que queremos e como pensamos atingir os fins, que já se gestam nos meios (BETTO, 2000; SALES, 1999), que queremos com base na educação (que não acontece apenas na escola, e talvez este tenha sido um dos piores lugares de seu acontecimento) e suas contribuições/relações.Diante de tal complexa realidade, como podemos pensar o papel da educação na construção de outros mundos possíveis? Como construir processos educativos cujo principal referencial seja o cuidado com a vida e não a formação de subjetividades submissas e dóceis? Como se constitui uma educação que realize as transformações políticas, econômicas, culturais e sociais necessárias? (MESZARÓS, 2005).Muito se questiona a respeito da atuação, função ou papel da escola na sociedade. Cada vez mais se torna evidente que o processo de exclusão educacional não se dá apenas na questão do acesso à escola, mas também dentro dela. O que estamos colocando em xeque é a reprodução da estrutura de valores que contribui para perpetuar uma concepção de mundo a serviço das variadas e difusas formas de dominação, inclusive em nível macro via implementação política dos processos educacionais, que praticam e agravam o apartheid social, ou uma inclusão perversa com roupagem politicamente correta, que mais contribuem para o que se tem chamado de governamentalidade de que para possibilitar condições de liberdade.Brandão (1995) afirma que ninguém está livre da educação, pois esta se faz nas mais variadas formas e lugares, tendo se institucionalizado com o surgimento da escola. A partir de então, a escola se torna socialmente reconhecida e promotora oficial da educação. Mas por isso mesmo não podemos entendê-la como natural ou indispensável. Como ela surge? De onde? A serviço de que e contra o quê? (Beltrão, 2000; Corrêa, 2003; Sá, 2003). E a escola estatal, que podemos pensar e fazer dela?A assunção da educação por parte do Estado brasileiro intensificou-se a partir de sua “independência política de Portugal”, principalmente pela necessidade da formação de quadros da/para burocracia, em substituição aos que foram embora. O Estado assume o controle efetivo sobre os métodos de ensino, materiais didáticos e seleção do corpo docente. Os republicanos foram outros grandes entusiastas da responsabilidade do Estado com a educação básica, influenciados pelo ideário positivista, que defendia a educação como um meio de formar cidadãos e pessoas civilizadas (GALLO, 2007).Porém, esse movimento não se deu apenas por parte dos liberais; houve pressão popular por mais escolas, especialmente do movimento operário do início do século XX, em suas diversas vertentes. Os socialistas acabaram levando ao extremo a concepção liberal do Estado como guardião da igualdade de oportunidades para todos, e exigiram que o Estado oferecesse mais escolas para as crianças e adultos. Viam na educação uma forma de o povo tomar consciência da exploração sofrida e optar pela transformação social.Depois dos socialistas, os anarquistas predominaram durante duas décadas no movimento operário, e buscaram um afastamento tático e metodológico do Estado, abrindo inclusive escolas próprias; a partir da fundação do Partido Comunista Brasileiro – PCB, os comunistas organizam sua própria proposta para a educação, fazendo distinções entre o político e o pedagógico, apresentando as propostas do primeiro caso em panfletos para a população em geral e as pedagógicas em suas publicações específicas.Percebemos que, embora com diferentes motivações e interesses, liberais, socialistas e comunistas concordaram com a necessidade de que a educação fosse gerida pelo Estado, ao contrário d@s anarquistas. Mas o que é o Estado?!E a escola, o que é? Fora dos discursos hegemônicos, trata-se de uma máquina de disciplinamento e controle que tem sido o principal instrumento para propagar e reforçar os ideais elitistas, promover e acentuar as desigualdades sociais tão expressivas em nosso país (CORRÊA, 2003). Tanto nas escolas públicas, que deveriam ser para tod@s, de acordo com o próprio artigo 205 da Constituição Federal, mas acabam se voltando para o “atendimento” da classe empobrecida e espoliada, quanto nas escolas privadas, que atendem as camadas privilegiadas (já na universidade os termos se invertem).Com base nas reflexões levantadas, defenderemos nossa justificativa para escolha desse tema levados pela inquietação de que o modelo escolar pouco evolui e pouco se afasta do processo massificador, alienador e da excludente prática desumanizante. As instituições escolares se apresentam no mais intenso declínio, principalmente aquelas que atendem à classe trabalhadora; propomos então que se faça o caminho inverso, onde possamos ir de encontro ao atual padrão de escolarização/educação, e possamos permitir que @s educand@s tornem-se sujeitos críticos, políticos e conscientes de suas possibilidades enquanto gente, de seus direitos enquanto seres humanos.É hora de romper com atuais paradigmas da educação e escolarização. É hora de “deseducar”.(?) Sem contar que:"Estamos tão acostumados a conviver com a instituição escolar, que nos parece difícil discutir o seu funcionamento, a sua organização. Na verdade, o que é preciso fazer, antes de gastarmos tantos esforços para aprimorar a escola, é discutirmos as premissas básicas do seu sistema organizacional" (SÁ, 2003, p. 45).Então, precisamos ir além da inculcação que nos tem sido imposta com a redução da educação à escolarização e o silenciamento das várias possibilidades educativas ao longo da vida. Para possibilitar espaços de construção de liberdades libertárias e a libertação da educação seqüestrada pela escola, precisamos tentar libertação do que nos têm inculcado de se apenas “pensar dentro do até então pensado, e agir nos limites do até então realizado” (PEY in BELTRÃO, 2000, p. 10). Por que pensar educação tem de ser pensar escola? A que esta instituição tem servido? O que tem sido produzido dentro da lógica escolarizante tão em vigor no pensamento social e educacional?Na tentativa de sair do conformismo e a fim de destacar a importância do tema, visando a ampliação e transformação das práticas educacionais, convocamos @s estudantes de Pedagogia de todo o Brasil para o debate, a discussão e construção do 29º ENEPe, mirando uma educação para a libertação, de dialogarmos sobre e como podemos construí-la cotidianamente sem cair nos discursos simplistas e camufladores dos processos de dominação.4 - PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOSÉ momento propício para se experimentar a oficina, as conversações, as dúvidas e os transtornos, intempestividades, coisas ágeis, corriqueiras e contundentes com uma criança ou jovem; avançar sobre o que ficou obstruído pela educação centralizadora que vai do Estado às professorinhas, aos agentes comunitários, “ongueiros” e educadoras nacionais de cima pra baixo e de baixo pra cima, incluindo os professores e universitários, da graduação a pós-doc” (Passetti in Corrêa, 2006, p.10).Durante essa temporada, haverá mesas redondas, cine-debates, relatos de experiências, grupos de discussão e trabalho, oficinas, além de espaços de vivências.Nossa proposta de ato público vem do entendimento de que deve deixar uma marca permanente naquele local onde é feito. Precisamos superar a idéia fechada de que atos devem necessariamente ter pessoas segurando faixas (que dizem as mesmas coisas de sempre), gritam palavras de ordem segurando megafones, etc.Entendendo, mais uma vez, que somos pedagog@s em formação e que temos a educação como ferramenta integrante do processo de transformação, propomos que estados e grupos participantes do ENEPe preparem situações pedagógicas (oficina, aulas, atividades, etc.) e estejam dispostos a conhecer outras realidades com estudantes das redes Municipal do Recife ou Estadual e/ou outras espaços educativos fora do controle direto do Estado. Esse espaço seria uma oportunidade bastante rica de troca/construção de saberes, além de proporcionar aos/às estudantes participantes do evento um momento para conhecer outras realidades e pensar sobre sua participação na transformação (ou manutenção) social através da educação, percebendo limites e possibilidades desta atuação. Porém, se for da vontade d@s estudantes participantes do 29ª ENEPe, haverá momentos específicos para organização e concretização do Ato Público, na forma de passeata.5 – ORGANIZAÇÃO DAS ATIVIDADESNo geral assim estão organizadas as atividades do Encontro:Plenária inicialMomento de definição do Acordo de Convivência, repasses de informações gerais do Encontro, dar as boas-vindas...Mesa de AberturaIntrodução ao tema geral do encontro, ampla contextualização do problema trazido pelo tema e levantamento de problematizações a serem desenvolvidas ao longo do encontro.Mesas redondasPossibilitar discussões acerca de problemáticas relacionadas ao tema geral do encontro em dialogo com seus eixos temáticos. Serão compostas por debatedores com falas de 15 ou 30 minutos (cada), seguidas de debate.Rodas de diálogoRodas acontecendo simultaneamente com temáticas distintas. É uma prática comum nos movimentos sociais trabalhar em roda em dinâmica de diálogo.VivênciasTrocas de relatos de experiências educacionais entre os estados, por meio de dinâmicas e processos os mais diversificados possíveis para maior interação dos sujeitos nos grupos.Subver-CineA exemplo dos consagrados cine-debates, a proposta é instigar momentos de interação do filme com a realidade.Dia LivrePensamos ainda em sugerir algumas atividades para o dia livre, que possibilitem uma visão do Recife e de Pernambuco que vá alem do mero turismo elitista. Temos o Barco - escola, proporcionado pela Prefeitura do Recife para conhecer a cidade pelo Rio Capibaribe, passando pelos principais trechos de mangue. Há ainda o Recife Antigo, a Ciranda de Lia na Ilha de Itamaracá, a Casa da Rabeca do Mestre Salustiano, Olinda e Sítio Histórico, entre outros lugares.Plenária FinalMomento de definição dos planos de luta e de ação escolhidos pel@s estudantes de Pedagogia que participaram do encontro, a serem defendidos e cumpridos por eles até o ENEPe de 2010 e também momento de avaliação do 29º ENEPe.6 - BAZAR SOLIDÁRIOA realização de um bazar durante todos os dias do evento, surge como uma das propostas para abatermos as dívidas assumidas por estudantes de Pedagogia do Espírito Santo oriundas da organização do 28º ENEPe, realizado em 2008.7 – COMISSÕESPara o encaminhamento e andamento das atividades sugeridas, a comissão organizadora estará dividida em:I. Infra – estruturaDisponibilizar alojamento aos/as participantes do Encontro, atentando para a manutenção com qualidade dos banheiros, bebedouros, refeitório, etc.Operacionar equipe de segurança que venha a zelar pela integridade física d@s participantes do evento, nos espaços onde estará acontecendo o encontro, bem como pelo patrimônio da instituição-sede;Coordenar a limpeza dos alojamentos, dos locais de palestras e grupos de trabalho;Viabilizar uma equipe técnica para qualquer eventualidade na rede elétrica e hidráulica do local (eletricista, encanador);Fazer um relatório quando for repassada a responsabilidade constando: danos na estrutura reconhecida pela direção do local, antes de abrigar os/as participantes, em ofício datado e assinado pelo Diretor ou Diretora do local e pelo coordenador ou coordenadora da comissão;Organizar as brigadas que também serão responsáveis pela conservação do local;Organizar todas as inscrições feitas para o Encontro; Organizar as fichas por Estado;Responsabilizar-se pela entrega de material dos/as participantes;Providenciar a entrega dos certificados.II. FinançasOrganizar e distribuir recursos financeiros, notas fiscais, recibos e contratos estabelecidos, antes, durante e depois do Encontro;Prestar contas durante e ao final do evento a todas as coordenações e aos (as) estudantes de Pedagogia presentes ao Encontro, bem como, posteriormente, enviar relatório final das contas via e-mail, para que tod@s estudantes tenham acesso.III. CientíficaDefinir critérios para a seleção de trabalhos que contemplem a proposta do encontro;Selecionar e enviar os textos que servirão de subsídio às leituras sobre o tema principal e os eixos do evento;Trabalhar em conjunto com a Comissão Científica que irá analisar e apreciar os trabalhos a serem apresentados no XXIX ENEPe;Cuidar para que os prazos do Edital dos trabalhos sejam cumpridos;Resolver todos e quaisquer problemas que surgirem com @s autores/as dos trabalhos;Organizar a apresentação dos trabalhos antes e durante o Encontro;Fazer a entrega dos certificados d@s autores/as de trabalho.IV. ComunicaçãoCoordenar a comunicação e divulgação do evento;Disponibilizar a lista das Universidades que oferecem o curso de Pedagogia no Brasil para divulgação;Elaborar proposta de arte para o XXIX ENEPe ;Entrar em contato com as Executivas Estaduais fornecendo-lhes informações sobre o encontro, para que possam ajudar na divulgação em seus estados;Atualizar informações no blog e nas listas de discussão;Providenciar o registro em audiovisual do encontro.V. AlimentaçãoElaborar cardápio para o Encontro;Responsabilizar-se pela organização do local das refeições e dos voluntários.VI. Artístico/culturalListar e disponibilizar equipamentos necessários para o desenvolvimento das atividades culturais;Organizar as atrações culturais que se apresentarão durante o encontro;Organizar o Dia Livre;Negociar espaços disponíveis para a comercialização de livros, revistas, e artigos culturais.REFERÊNCIASBELTRÃO, Ierecê Rego. Corpos dóceis, mentes vazias, corações frios. São Paulo: Imaginário, 2000.BETTO, Frei. Desafios da Educação Popular. São Paulo: CEPIS, 2000.BRANDÃO, Carlos Rodrigues. O que é educação? São Paulo: Brasiliense, 1995.CORRÊA, Guilherme Carlos. Educação, comunicação, anarquia: procedências da sociedade de controle no Brasil. São Paulo: Cortez, 2006.GALLO, Sílvio. Deleuze e a educação. 2ª Ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2008.GALLO, Sílvio. Pedagogia Libertária: Anarquistas, Anarquismos e Educação. São Paulo: Imaginário: Editora da Universidade de Federal do Amazonas, 2007.MESZARÓS, István. Educação para além do capital. São Paulo: Boitempo, 2005.PEY, Maria Oly (org.) Recordando Paulo Freire: Experiências de Educação Libertadora na Escola. Rio de Janeiro: Achiamé, 2002.SÁ, Raquel Stela de. Do corpo disciplinar ao corpo vibrátil - Uma abordagem libertária contemporânea. Rio de Janeiro: Achiamé, 2003.SALES, Ivandro da Costa. Educação Popular – um perspectiva, um modo de atuar (Alimentando um debate). In: MELO NETO, José Francisco de; SCOCUGLIA, Afonso Celso. Educação Popular: Outros Caminhos. João Pessoa: Editora Universitária, 1999.
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Segunda-feira, 23 de Março de 2009
Provável folder do 29º ENEPe!!!!
Disponível link para documentos importantes...
Correção da data do 29º ENEPe!!!
Explicações gerais sobre o 29º ENEPe!!!
Procedimento das inscrições no 29º ENEPe!!!
Edital de inscrição de trabalhos no 29º ENEPe!!!
Projeto do 29º ENEPe!!!
► Março (1)
Provável folder do 29º ENEPe!!!!
Segue abaixo o link da página com os arquivos do edital de trabalhos, projeto e procedimentos das inscrições para o 29° ENEPe. É só abrir o link e baixar os arquivos.http://www.4shared.com/dir/15004770/db8828bd/sharing.html
Procedimento das inscrições no 29º ENEPe!!!
Procedimentos de inscrição do 29º ENEPEComissão Organizadora do XXIX ENEPeExecutiva Pernambucana de Estudantes de PedagogiaXXIX Encontro Nacional dos/as Estudantes de Pedagogia – Recife19/07/09 a 25/07/09As inscrições para participação no 29º ENEPe estão divididas em dois períodos. São eles:a) O primeiro período de inscrição vai do dia 27 de abril ao dia 19 de junho. Os valores das inscrições durante esse período são: R$ 90,00 com alimentação e R$ 60,00 sem alimentação. Lembrando que há a possibilidade dos participantes contribuírem com R$ 10,00 ou mais para ajudar a abater a dívida ocasionada gerada com a organização do 28º ENEPe. Até o início do encontro procuraremos divulgar com exatidão quanto está essa dívida no momento.b) O segundo período vai do dia 30 de junho ao dia 17 de julho no banco e no dia 19 de julho no local do credenciamento. Nesse período os valores serão os seguintes: R$ 110,00 com alimentação e R$ 60,00 sem alimentação. Lembrando que a contribuição para abatimento da dívida do 28º ENEPe continua valendo nesse período.c) Os depósitos devem ser feitos ÚNICA e EXCLUSIVAMENTE na BOCA DO CAIXA.d) A conta é a seguinte:AGÊNCIA: 3613-7CONTA POUPANÇA: 31.757-8VARIAÇÃO: 01BANCO DO BRASILNOMINALMENTE PARA: CLODOALDO MARQUES GOMESe) NENHUM depósito feito em caixa eletrônico será aceito. Portanto, façam as inscrições, na medida do possível, com antecedência, pois será necessário enfrentar fila de banco pra realizar o depósito na BOCA DO CAIXA. O comprovante de depósito deve ser entregue no ato do credenciamento no dia 19/07/09 e o nº. do depósito deve ser informado na ficha de inscrição.f) Só serão aceitas as inscrições feitas dentro dos períodos estabelecidos respeitando seus respectivos valores.g) Após fazerem o depósitos os participantes deverão preencher completamente a ficha de inscrição do 29º ENEPe, que segue anexa a esse projeto, a qual também deve ser enviada obedecendo aos mesmos prazos das inscrições;h) Os valores das inscrições serão os mesmos para as pessoas que irão apresentar trabalhos;i) A inscrição no 29º ENEPE dará direito a:· Bolsa contendo: caneta, bloco, caneca e regimento do encontro;· Certificado e crachá;· Alojamento;· 6 (seis) cafés da manhã; 5 (cinco) almoços e 6 (seis) jantas; Nesse caso é exclusivo para quem pagar a inscrição com alimentação.· Acesso a todas as plenárias, debates, apresentações culturais e apresentações de trabalhos;j) As (os) estudantes que apresentarão trabalhos não terão isenção nem abatimento na taxa de inscrição.k) As fichas de inscrição, COM ou SEM apresentação de trabalhos, devem ser devidamente preenchidas e enviadas para o seguinte e-mail: inscricaoenepe29@yahoo.com.brl) Os dois modelos de fichas de inscrição seguem anexadas a este documento.FICHA DE INSCRIÇÃO (COM TRABALHO)Comissão Organizadora do XXIX ENEPeExecutiva Pernambucana de Estudantes de PedagogiaXXIX Encontro Nacional dos/as Estudantes de Pedagogia – Recife19/07/09 a 25/07/091. - Dados Pessoais:1.1 - Nome*:1.2 - Telefone:1.3 - Cidade/Estado*:1.4- Instituição*:1.7 – E-mail*:* Indispensáveis2- Do trabalho:2.1 – Nome do Trabalho:2.2 - ( ) Pesquisa ( ) Extensão2.3 - Formato de Apresentação do Trabalho:( ) Relato de experiência ( ) Comunicação OralOficina em: ( ) Escola; ( ) Espaços não-escolares; ( ) Sede do Encontro( ) Quantidade de público participante da oficina2.4 – Material didático necessário para apresentação:2.5 – Eixo temático (favor assinalar com um X):( ) Educação libertária;( ) Estudos históricos;( ) Relação entre educação e Estado;( ) Educação e trabalho;( ) Espaços escolares e não-escolares de educação;( ) Educação e novas tecnologias.( ) Gênero, diversidade e orientação sexual2.6 – Título (s) do trabalho (s):3.Informações Indispensáveis para ajudar a Comissão Organizadora:3.1 – Tipo de alojamento que vai utilizar no 29º ENEPe:( ) Quadra(alojamento da sede) ( ) Barraca de camping (haverá um espaço exclusivo para esse tipo de alojamento dentro da sede do encontro)( )Hotel/Pousada (esta opção não é de responsabilidade da comissão organizadora, mas poderemos dar indicativos de locais). ( ) Outros (também sem ser da responsabilidade da organização do encontro)3.2 – Você é vegetariana (o)?( ) Sim ( ) Não4. Pagamento das inscrições:4.1 – Os depósitos devem ser feitos EXCLUSIVAMENTE na boca do caixa e nominalmente para CLODOALDO MARQUES GOMES.Agencia: 3613-7Conta Poupança: 31.757-8variação 01 – Banco do Brasil.Guardem o comprovante de depósito, pois a apresentação do mesmo será exigida na hora do credenciamento.3.2 – O valor das inscrições são os seguintes:( ) R$ 90,00 com alimentação ( ) R$ 100,00 com alimentação*( ) R$ 60,00 sem alimentação ( ) R$ 70,00 sem alimentação** Esses valores são sugestões para as pessoas que querem contribuir com abatimento da dívida do 28º ENEPe.N° do Depósito:FICHA DE INSCRIÇÃO PARA PARTICIPAÇÃO NO 29º ENEPE.Comissão Organizadora do XXIX ENEPeXXIX Encontro Nacional dos/as Estudantes de Pedagogia – Recife19/07/09 a 25/07/091. - Dados Pessoais:1.1 - Nome:______________________________________________________1.2 – Instituição: __________________________________________________11.4 – RG/CPF: ___________________________________________________1.8 – E-mail: _____________________________________________________1.9 – Telefone com DDD: __________________________________________2.Informações Indispensáveis para ajudar a Comissão Organizadora:2.1 – Tipo de alojamento que vai utilizar no 29º ENEPe:( ) Quadra(alojamento da sede) ( ) Barraca de camping (haverá um espaço exclusivo para esse tipo de alojamento dentro da sede do encontro)( )Hotel/Pousada* ( ) Outros*(estas opções não são de responsabilidade da comissão organizadora, mas poderemos dar indicativos de locais).2.2 – Você é vegetariana (o)?( ) Sim ( ) Não3. Pagamento das inscrições:3.1 – Os depósitos devem ser feitos EXCLUSIVAMENTE na boca do caixa e nominalmente para CLODOALDO MARQUES GOMES.Agencia: 3613-7 Conta Poupança: 31.757-8variação 01 – Banco do Brasil.Guardem o comprovante de depósito, pois a apresentação do mesmo será exigida na hora do credenciamento.3.2 – O valor das inscrições são os seguintes:( ) R$ 90,00 com alimentação ( ) R$ 100,00 com alimentação*( ) R$ 60,00 sem alimentação ( ) R$ 70,00 sem alimentação** Esses valores são sugestões para as pessoas que querem contribuir com abatimento da dívida do 28º ENEPe.N° do Depósito:3.3 – Período das inscrições:As inscrições com os valores citados no item 3.2 são válidas durante o período de 23 de abril até o dia 19 de junho. As contribuições para abatimento da dívida do 28º ENEPe não têm limite de tempo. Podendo o valor das contribuições serem maiores do que os propostos, caso os participantes assim queiram.Depois reabriremos o período de inscrição, que será do dia 30 de junho até o dia 17 de julho, na BOCA DO CAIXA e no dia 19 de julho, no local do credenciamento com os seguintes valores: R$ 110,00 com alimentação e R$ 60,00 sem alimentação. Outra ficha de inscrição será disponibilizada nesse período.Lembrando que as inscrições realizadas nesse período (30/06 a 19/07), não garantem o recebimento dos materiais. Na hora do credenciamento, os estudantes devem entregar aos credenciadores: xérox da identidade, do CPF, do comprovante de Matrícula atualizado, ficha de inscrição de participação no 29º ENEPe e o comprovante do depósito de pagamento da taxa de inscrição.OBS:Quem não comprovar o pagamento das inscrições, não realizará a mesma.
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Edital de inscrição de trabalhos no 29º ENEPe!!!
EDITAL 01/2009EDITAL PARA APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS NO XXIX ENEPe - Encontro Nacional de Estudantes de Pedagogia.Recife/PE, Abril de 2009A Comissão Organizadora do XXIX ENEPe torna público os procedimentos para inscrição de trabalhos no encontro que acontecerá entre os dias 19 a 25 de julho de 2009, em Recife.1. DOS OBJETIVOS1.1 - Este Encontro tem como objetivo principal discutir as contribuições dos fenômenos da escolarização em diálogo com outras práticas educativas, na perspectiva de visualizar espaços de disciplinamento, controle e resistências.2. DOS EIXOS TEMÁTICOS2.1 - O tema geral do ENEPe se desdobrará nos seguintes eixos temáticos:1. Teorias de educação libertária;2. Estudos históricos;3. Educação e Estado;4. Educação e trabalho;5. Espaços escolares e não-escolares de educação;6. Educação e novas tecnologias;7. Gênero, diversidade e orientação sexual;3. DAS INSCRIÇÕES DE TRABALHOS3.1 – @s estudantes deverão se inscrever através de ficha de inscrição (modelo anexo) e enviar para o e-mail: trabalhosenepe2009@yahoo.com.br.3.2 - Período: 28/03/2009 até 20/05/20094. DA SELEÇÃO DOS TRABALHOS4.1 - A seleção dos trabalhos será coordenada pelo Comitê Científico Organizador do ENEPe, de acordo com os seguintes critérios:- diálogo das propostas com os eixos temáticos e objetivos do encontro;- preenchimento adequado da ficha de inscrição e diálogo do trabalho com as indicações para apresentação dos trabalhos.5. DAS INDICAÇÕES PARA ENVIO E APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS5.1 Das Propostas:5.1.1 – Os resumos serão submetidos à revisão pelo comitê científico. A confirmação de aceite de trabalhos para apresentação será informada aos/às autores/as a partir de 21/05/2009.5.1.2 - Os trabalhos selecionados deverão ser propostos, inicialmente, em três modalidades: comunicação oral, oficina e relatos de experiências. Caso haja alguma proposta de outra modalidade, @ propositor/a deve apresentá-la para apreciação. Não garantimos total viabilidade – mas dialogamos. Não deixe de mandar sua proposta: construa o encontro!5.1.2.1- Previsão inicial para quantitativos de trabalhos:comunicação oral (30 trabalhos)Relatos de experiências (30 trabalhos);Oficinas (30 trabalhos, sendo 15 em diversos espaços educativos e 15 na sede do encontro )5.1.2.2 – Só receberá certificado da realização do momento a pessoa que estiver presente na apresentação do trabalho, sem exceções.5.2 - Dos trabalhos:5.2.1 - Na forma de comunicação oral poderá ser feito em retroprojetor, data-show ou como preferir @ expositor/a.5.2.2- O tempo para as seções de trabalhos em comunicação oral está previsto para 2 hora e meia, sendo 15 minutos de exposição para cada trabalho (três por grupo) e o restante para questionamentos e debate.5.2.3 – As oficinas acontecerão em espaços distintos e não apenas no local do encontro. Um grupo de 15 oficineir@s aplicará suas oficinas em escolas públicas e outros espaços educativos da região metropolitana de Recife, tendo como participantes @s estudantes destes espaços e quaisquer pessoas interessadas. O outro grupo de 15 oficineir@s aplicará suas oficinas na sede do encontro para @s estudantes que que assim optarem.5.2.3.1 – O tempo previsto para vivência de oficinas é de 3h30 (três horas e trinta minutos).5.2.3.2- Ao enviar seus trabalhos, @s oficineir@s devem informar: quais os materiais que utilizarão, o que vão precisar para aplicar as oficinas, escolher em quais dos espaços pretendem coordená-las e dizer pra quantas pessoas as oficinas estão voltadas. Essas informações deverão constar na ficha de inscrição de trabalhos.5.2.4 - A exemplo das oficinas, os relatos de experiência tem caráter autogestionário, podendo ou não haver algum tipo de apoio da organização do encontro para sua realização, com base nas indicações apresentadas pel@s proponentes das atividades. Isto será comunicado aos/às proponentes.5.2.4.1 – O tempo previsto para relatos de experiências é de 2h30 (duas horas e trinta minutos), realizados simultaneamente às comunicações orais. 5.3 - Dos resumos e trabalhos completos:5.3.1 - Os resumos deverão conter no máximo 1.500 e no mínimo 1.000 caracteres (contando os espaços), digitados no formato Word para Windows (Fonte: Times New Roman, tamanho 12, espaço simples, justificado, margens: 2,5 esquerda, direita, superior e inferior) enviados via Internet, acompanhados de ficha de inscrição para o e-mail relatado no item 3 deste documento.5.3.2 - Ao longo do trabalho devem ser observadas as normas de citações da ABNT.5.3.3 - São obrigatórios no resumo: título em caixa alta, objetivos, metodologia, resultados ou conclusão e até 05 palavras-chaves.5.3.4 – Tanto resumo quanto trabalho completo devem ser enviados na mesma data, mas em arquivos diferentes, com as seguintes indicações: primeiras palavras do título e especificando quando resumo e texto integral. Ex.: “Escola como cemitério de vivos_TEXTO INTEGRAL” e “Escola como cemitério de vivos_RESUMO”.5.3.5 – NÃO DEVEM conter quaisquer identificações d@s autoras/es do trabalho para que seja mantido o sigilo e imparcialidade no processo de análise dos materiais enviados. Dados pessoais das pessoas devem constar apenas na ficha de inscrição e encaminhados via internet para o endereço especificado para tal.5.3.6 – Serão selecionados até 02(dois) trabalhos por autor/a, sendo necessariamente em duas diferentes modalidades quaisquer.5.3.7 - Os trabalhos selecionados para apresentação serão publicados nos anais do evento, devendo para isso ser submetidos na íntegra e aprovados pela Comissão.5.3.8 – As proposições que não forem enviadas dentro de todas as indicações feitas no item 5.3.1 constarão nos anais como atividades realizadas com os seguintes dados: seus respectivos títulos, autorias, objetivos e resumo. As que não cumprirem tais solicitações mínimas, não poderão constar nos anais.6. DOS ANAIS6.1 – Todos os trabalhos aceitos serão editados e incluídos nos Anais do XXIX ENEPe, que será editado em formato de CD, de acordo com especificações no item 5.3.8.7. CALENDÁRIO 2009 PARA INSCRIÇÕES DE TRABALHOSPERÍODO18/03/2009Publicação do Edital28/03/09 a 20/05/09Inscrições de Trabalhos20/05/09 a 30/05/09Avaliação da Comissão Científica21 a 31/05/09Divulgação dos resultados para os/as autores/as8. DA CARGA HORÁRIA DO ENCONTRO8.1 – A carga horária do 29º ENEPe será de 60hs, seguindo a carga horária de sua programação.
29º Encontro Nacional de Estudantes de PedagogiaEDUCAÇÕES E PERIFERIAS: DISCIPLINAMENTO, CONTROLE E RESISTÊNCIASRecife, janeiro de 2009.Se a pergunta: como se pode ser anarquista, hoje? pode ser feita, a resposta parece imediata: instalando a ética e a política sobre o perpétuo terreno da resistência. Palavra-mestra, ambição cardinal do libertário. Resistir, a saber, nunca colaborar, nunca ceder, guardar em poder de si tudo que faz a força, a energia e a potência do indivíduo que diz não a tudo aquilo que visa a diminuição do seu império, se não o puro e simples desaparecimento de sua identidade. ( ONFRAY, 2001, p. 195, apud GALLO, 2007, p. 241).1 – APRESENTAÇÃODe 19 a 25 de julho de 2009 acontecerá o 29º ENEPe, Encontro Nacional de Estudantes de Pedagogia, no estado de Pernambuco. O evento, organizado por estudantes de Pedagogia de todo o Brasil, terá como objetivo discutir o papel das diversas escolarizações e demais práticas educativas em regiões periféricas, procurando construir aproximações entre estas realidades a fim de identificar experiências e potenciais de disciplinamento, controle e resistências.A nossa expectativa é de que cerca de 1500 estudantes de todo o país participem do Encontro. É uma possibilidade de formação pessoal e social d@ futur@ profissional de educação, uma vez que ele (a) poderá confrontar diferentes realidades educacionais vivenciadas em diversas localidades no cenário nacional. Através das discussões, observações e práticas com pessoas das mais variadas realidades do país, poderemos buscar e/ou destacar novas alternativas para as práxis d@s educadoras/es na construção de outros mundos possíveis, fundados na incondicional solidariedade dos seres humanos consigo, com outras formas de vida e com o planeta.Na programação do 29º ENEPe está previsto a realização de palestras, mesas redondas, grupos de discussão, oficinas e atividades culturais, constituindo um processo formativo de vivência que o encontro pretende oportunizar.2 – OBJETIVOSObjetivo Geral:Discutir as contribuições dos fenômenos da escolarização em diálogo com outras práticas educativas em regiões periféricas, na perspectiva de visualizar espaços de disciplinamento, controle e resistências.Objetivos Específicos:· Confrontar distintas realidades educacionais vivenciadas em diversas periferias do cenário nacional.· Identificar perspectivas de variadas práticas em educação formal e não-formal nestas localidades.· Destacar as contribuições d@s educadoras/es e instituições indo de ou ao encontro da construção de espaços de liberdade.· Pensar indicativos para construir trilhas de educações emancipatórias.3 – JUSTIFICATIVAEducações e periferias: disciplinamento, controle e resistências.Parece que temos tendência aos conservadorismos. Os paradigmas se cristalizam e os processos históricos demonstram-se extremamente lentos, sobretudo nossa capacidade de ler a realidade para melhor con-viver, o que traz consigo inúmeras demandas. Nossas maneiras de ver, dialogar e reconstruir o mundo, então, acabam por cair em modismos, lugares-comuns, domesticações do que outrora surgiu como libertador. Talvez isso não seja só impressão – digamos que é possível constatar isso generalizadamente, talvez com certo esforço.Neste sentido, o Movimento Estudantil de Pedagogia (MEPe) há muito defende idéias que já se tornaram lugares-comuns; tão absolutos que já não paramos para refletir sobre eles. Exemplo: a sociedade que temos não nos serve, pois se sustenta na exploração e na desigualdade. Nos Encontros Nacionais, ponto alto de debates e discussões do MEPe brasileiro, observamos que isto é reafirmado, às vezes mais, outras menos, com algumas ênfases e ponderações próprias, mas o sentido em alguma medida parece comum. No entanto, quais nossos projetos de sociedades ou o que esperamos não mais cometer em possíveis novas relações sociais? E mais: o que estamos fazendo em nosso cotidiano, em nosso principal lócus de trabalho que ainda tem sido a escola, por mais que muit@s discordem, para construir essa nova sociedade, para fazer a revolução tão alardeada aos quatro ventos do mundo? A própria idéia de revolução precisa ser melhor compreendida, já que vivemos esperando o “dia D”. Quais nossos referenciais para outros mundos possíveis? E o que viriam mesmo a ser processos revolucionários?A educação, o que tem a ver com isso?Responder a essas perguntas é vital, principalmente diante do que temos observado nos últimos Encontros Nacionais, e de como têm funcionado as instâncias representativas do MEPe. A forma sectária e doutrinária como se tem desenvolvido a luta política dentro dos encontros e na mobilização junto aos estudantes são os resultados das debilidades apontadas. Quantas vezes não perdemos bons (as) futur@s militantes pela maneira truculenta e saudosista com que muitas pessoas querem atuar no ME, com as mesmas bandeiras de cinco, dez ou vinte anos atrás? Que revolução é essa que queremos que não começa para nós mesm@s e pelo nosso campo e modo de atuação?Pensando nisso, trazemos à discussão o projeto do XXIX ENEPe, no qual pretendemos discutir séria e comprometidamente que não queremos uma sociedade apoiada em ideais capitalistas, ou de quaisquer outras formas de organização fundadas na desigualdade, disciplinamento, controle, porque mesmo “quando pensamos que somos ‘senhores da escola’, que estamos sendo sujeitos do processo, estamos em verdade sujeitados” (GALLO, 2008, p. 83). E é importante também dizermos algo sobre o que queremos e como pensamos atingir os fins, que já se gestam nos meios (BETTO, 2000; SALES, 1999), que queremos com base na educação (que não acontece apenas na escola, e talvez este tenha sido um dos piores lugares de seu acontecimento) e suas contribuições/relações.Diante de tal complexa realidade, como podemos pensar o papel da educação na construção de outros mundos possíveis? Como construir processos educativos cujo principal referencial seja o cuidado com a vida e não a formação de subjetividades submissas e dóceis? Como se constitui uma educação que realize as transformações políticas, econômicas, culturais e sociais necessárias? (MESZARÓS, 2005).Muito se questiona a respeito da atuação, função ou papel da escola na sociedade. Cada vez mais se torna evidente que o processo de exclusão educacional não se dá apenas na questão do acesso à escola, mas também dentro dela. O que estamos colocando em xeque é a reprodução da estrutura de valores que contribui para perpetuar uma concepção de mundo a serviço das variadas e difusas formas de dominação, inclusive em nível macro via implementação política dos processos educacionais, que praticam e agravam o apartheid social, ou uma inclusão perversa com roupagem politicamente correta, que mais contribuem para o que se tem chamado de governamentalidade de que para possibilitar condições de liberdade.Brandão (1995) afirma que ninguém está livre da educação, pois esta se faz nas mais variadas formas e lugares, tendo se institucionalizado com o surgimento da escola. A partir de então, a escola se torna socialmente reconhecida e promotora oficial da educação. Mas por isso mesmo não podemos entendê-la como natural ou indispensável. Como ela surge? De onde? A serviço de que e contra o quê? (Beltrão, 2000; Corrêa, 2003; Sá, 2003). E a escola estatal, que podemos pensar e fazer dela?A assunção da educação por parte do Estado brasileiro intensificou-se a partir de sua “independência política de Portugal”, principalmente pela necessidade da formação de quadros da/para burocracia, em substituição aos que foram embora. O Estado assume o controle efetivo sobre os métodos de ensino, materiais didáticos e seleção do corpo docente. Os republicanos foram outros grandes entusiastas da responsabilidade do Estado com a educação básica, influenciados pelo ideário positivista, que defendia a educação como um meio de formar cidadãos e pessoas civilizadas (GALLO, 2007).Porém, esse movimento não se deu apenas por parte dos liberais; houve pressão popular por mais escolas, especialmente do movimento operário do início do século XX, em suas diversas vertentes. Os socialistas acabaram levando ao extremo a concepção liberal do Estado como guardião da igualdade de oportunidades para todos, e exigiram que o Estado oferecesse mais escolas para as crianças e adultos. Viam na educação uma forma de o povo tomar consciência da exploração sofrida e optar pela transformação social.Depois dos socialistas, os anarquistas predominaram durante duas décadas no movimento operário, e buscaram um afastamento tático e metodológico do Estado, abrindo inclusive escolas próprias; a partir da fundação do Partido Comunista Brasileiro – PCB, os comunistas organizam sua própria proposta para a educação, fazendo distinções entre o político e o pedagógico, apresentando as propostas do primeiro caso em panfletos para a população em geral e as pedagógicas em suas publicações específicas.Percebemos que, embora com diferentes motivações e interesses, liberais, socialistas e comunistas concordaram com a necessidade de que a educação fosse gerida pelo Estado, ao contrário d@s anarquistas. Mas o que é o Estado?!E a escola, o que é? Fora dos discursos hegemônicos, trata-se de uma máquina de disciplinamento e controle que tem sido o principal instrumento para propagar e reforçar os ideais elitistas, promover e acentuar as desigualdades sociais tão expressivas em nosso país (CORRÊA, 2003). Tanto nas escolas públicas, que deveriam ser para tod@s, de acordo com o próprio artigo 205 da Constituição Federal, mas acabam se voltando para o “atendimento” da classe empobrecida e espoliada, quanto nas escolas privadas, que atendem as camadas privilegiadas (já na universidade os termos se invertem).Com base nas reflexões levantadas, defenderemos nossa justificativa para escolha desse tema levados pela inquietação de que o modelo escolar pouco evolui e pouco se afasta do processo massificador, alienador e da excludente prática desumanizante. As instituições escolares se apresentam no mais intenso declínio, principalmente aquelas que atendem à classe trabalhadora; propomos então que se faça o caminho inverso, onde possamos ir de encontro ao atual padrão de escolarização/educação, e possamos permitir que @s educand@s tornem-se sujeitos críticos, políticos e conscientes de suas possibilidades enquanto gente, de seus direitos enquanto seres humanos.É hora de romper com atuais paradigmas da educação e escolarização. É hora de “deseducar”.(?) Sem contar que:"Estamos tão acostumados a conviver com a instituição escolar, que nos parece difícil discutir o seu funcionamento, a sua organização. Na verdade, o que é preciso fazer, antes de gastarmos tantos esforços para aprimorar a escola, é discutirmos as premissas básicas do seu sistema organizacional" (SÁ, 2003, p. 45).Então, precisamos ir além da inculcação que nos tem sido imposta com a redução da educação à escolarização e o silenciamento das várias possibilidades educativas ao longo da vida. Para possibilitar espaços de construção de liberdades libertárias e a libertação da educação seqüestrada pela escola, precisamos tentar libertação do que nos têm inculcado de se apenas “pensar dentro do até então pensado, e agir nos limites do até então realizado” (PEY in BELTRÃO, 2000, p. 10). Por que pensar educação tem de ser pensar escola? A que esta instituição tem servido? O que tem sido produzido dentro da lógica escolarizante tão em vigor no pensamento social e educacional?Na tentativa de sair do conformismo e a fim de destacar a importância do tema, visando a ampliação e transformação das práticas educacionais, convocamos @s estudantes de Pedagogia de todo o Brasil para o debate, a discussão e construção do 29º ENEPe, mirando uma educação para a libertação, de dialogarmos sobre e como podemos construí-la cotidianamente sem cair nos discursos simplistas e camufladores dos processos de dominação.4 - PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOSÉ momento propício para se experimentar a oficina, as conversações, as dúvidas e os transtornos, intempestividades, coisas ágeis, corriqueiras e contundentes com uma criança ou jovem; avançar sobre o que ficou obstruído pela educação centralizadora que vai do Estado às professorinhas, aos agentes comunitários, “ongueiros” e educadoras nacionais de cima pra baixo e de baixo pra cima, incluindo os professores e universitários, da graduação a pós-doc” (Passetti in Corrêa, 2006, p.10).Durante essa temporada, haverá mesas redondas, cine-debates, relatos de experiências, grupos de discussão e trabalho, oficinas, além de espaços de vivências.Nossa proposta de ato público vem do entendimento de que deve deixar uma marca permanente naquele local onde é feito. Precisamos superar a idéia fechada de que atos devem necessariamente ter pessoas segurando faixas (que dizem as mesmas coisas de sempre), gritam palavras de ordem segurando megafones, etc.Entendendo, mais uma vez, que somos pedagog@s em formação e que temos a educação como ferramenta integrante do processo de transformação, propomos que estados e grupos participantes do ENEPe preparem situações pedagógicas (oficina, aulas, atividades, etc.) e estejam dispostos a conhecer outras realidades com estudantes das redes Municipal do Recife ou Estadual e/ou outras espaços educativos fora do controle direto do Estado. Esse espaço seria uma oportunidade bastante rica de troca/construção de saberes, além de proporcionar aos/às estudantes participantes do evento um momento para conhecer outras realidades e pensar sobre sua participação na transformação (ou manutenção) social através da educação, percebendo limites e possibilidades desta atuação. Porém, se for da vontade d@s estudantes participantes do 29ª ENEPe, haverá momentos específicos para organização e concretização do Ato Público, na forma de passeata.5 – ORGANIZAÇÃO DAS ATIVIDADESNo geral assim estão organizadas as atividades do Encontro:Plenária inicialMomento de definição do Acordo de Convivência, repasses de informações gerais do Encontro, dar as boas-vindas...Mesa de AberturaIntrodução ao tema geral do encontro, ampla contextualização do problema trazido pelo tema e levantamento de problematizações a serem desenvolvidas ao longo do encontro.Mesas redondasPossibilitar discussões acerca de problemáticas relacionadas ao tema geral do encontro em dialogo com seus eixos temáticos. Serão compostas por debatedores com falas de 15 ou 30 minutos (cada), seguidas de debate.Rodas de diálogoRodas acontecendo simultaneamente com temáticas distintas. É uma prática comum nos movimentos sociais trabalhar em roda em dinâmica de diálogo.VivênciasTrocas de relatos de experiências educacionais entre os estados, por meio de dinâmicas e processos os mais diversificados possíveis para maior interação dos sujeitos nos grupos.Subver-CineA exemplo dos consagrados cine-debates, a proposta é instigar momentos de interação do filme com a realidade.Dia LivrePensamos ainda em sugerir algumas atividades para o dia livre, que possibilitem uma visão do Recife e de Pernambuco que vá alem do mero turismo elitista. Temos o Barco - escola, proporcionado pela Prefeitura do Recife para conhecer a cidade pelo Rio Capibaribe, passando pelos principais trechos de mangue. Há ainda o Recife Antigo, a Ciranda de Lia na Ilha de Itamaracá, a Casa da Rabeca do Mestre Salustiano, Olinda e Sítio Histórico, entre outros lugares.Plenária FinalMomento de definição dos planos de luta e de ação escolhidos pel@s estudantes de Pedagogia que participaram do encontro, a serem defendidos e cumpridos por eles até o ENEPe de 2010 e também momento de avaliação do 29º ENEPe.6 - BAZAR SOLIDÁRIOA realização de um bazar durante todos os dias do evento, surge como uma das propostas para abatermos as dívidas assumidas por estudantes de Pedagogia do Espírito Santo oriundas da organização do 28º ENEPe, realizado em 2008.7 – COMISSÕESPara o encaminhamento e andamento das atividades sugeridas, a comissão organizadora estará dividida em:I. Infra – estruturaDisponibilizar alojamento aos/as participantes do Encontro, atentando para a manutenção com qualidade dos banheiros, bebedouros, refeitório, etc.Operacionar equipe de segurança que venha a zelar pela integridade física d@s participantes do evento, nos espaços onde estará acontecendo o encontro, bem como pelo patrimônio da instituição-sede;Coordenar a limpeza dos alojamentos, dos locais de palestras e grupos de trabalho;Viabilizar uma equipe técnica para qualquer eventualidade na rede elétrica e hidráulica do local (eletricista, encanador);Fazer um relatório quando for repassada a responsabilidade constando: danos na estrutura reconhecida pela direção do local, antes de abrigar os/as participantes, em ofício datado e assinado pelo Diretor ou Diretora do local e pelo coordenador ou coordenadora da comissão;Organizar as brigadas que também serão responsáveis pela conservação do local;Organizar todas as inscrições feitas para o Encontro; Organizar as fichas por Estado;Responsabilizar-se pela entrega de material dos/as participantes;Providenciar a entrega dos certificados.II. FinançasOrganizar e distribuir recursos financeiros, notas fiscais, recibos e contratos estabelecidos, antes, durante e depois do Encontro;Prestar contas durante e ao final do evento a todas as coordenações e aos (as) estudantes de Pedagogia presentes ao Encontro, bem como, posteriormente, enviar relatório final das contas via e-mail, para que tod@s estudantes tenham acesso.III. CientíficaDefinir critérios para a seleção de trabalhos que contemplem a proposta do encontro;Selecionar e enviar os textos que servirão de subsídio às leituras sobre o tema principal e os eixos do evento;Trabalhar em conjunto com a Comissão Científica que irá analisar e apreciar os trabalhos a serem apresentados no XXIX ENEPe;Cuidar para que os prazos do Edital dos trabalhos sejam cumpridos;Resolver todos e quaisquer problemas que surgirem com @s autores/as dos trabalhos;Organizar a apresentação dos trabalhos antes e durante o Encontro;Fazer a entrega dos certificados d@s autores/as de trabalho.IV. ComunicaçãoCoordenar a comunicação e divulgação do evento;Disponibilizar a lista das Universidades que oferecem o curso de Pedagogia no Brasil para divulgação;Elaborar proposta de arte para o XXIX ENEPe ;Entrar em contato com as Executivas Estaduais fornecendo-lhes informações sobre o encontro, para que possam ajudar na divulgação em seus estados;Atualizar informações no blog e nas listas de discussão;Providenciar o registro em audiovisual do encontro.V. AlimentaçãoElaborar cardápio para o Encontro;Responsabilizar-se pela organização do local das refeições e dos voluntários.VI. Artístico/culturalListar e disponibilizar equipamentos necessários para o desenvolvimento das atividades culturais;Organizar as atrações culturais que se apresentarão durante o encontro;Organizar o Dia Livre;Negociar espaços disponíveis para a comercialização de livros, revistas, e artigos culturais.REFERÊNCIASBELTRÃO, Ierecê Rego. Corpos dóceis, mentes vazias, corações frios. São Paulo: Imaginário, 2000.BETTO, Frei. Desafios da Educação Popular. São Paulo: CEPIS, 2000.BRANDÃO, Carlos Rodrigues. O que é educação? São Paulo: Brasiliense, 1995.CORRÊA, Guilherme Carlos. Educação, comunicação, anarquia: procedências da sociedade de controle no Brasil. São Paulo: Cortez, 2006.GALLO, Sílvio. Deleuze e a educação. 2ª Ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2008.GALLO, Sílvio. Pedagogia Libertária: Anarquistas, Anarquismos e Educação. São Paulo: Imaginário: Editora da Universidade de Federal do Amazonas, 2007.MESZARÓS, István. Educação para além do capital. São Paulo: Boitempo, 2005.PEY, Maria Oly (org.) Recordando Paulo Freire: Experiências de Educação Libertadora na Escola. Rio de Janeiro: Achiamé, 2002.SÁ, Raquel Stela de. Do corpo disciplinar ao corpo vibrátil - Uma abordagem libertária contemporânea. Rio de Janeiro: Achiamé, 2003.SALES, Ivandro da Costa. Educação Popular – um perspectiva, um modo de atuar (Alimentando um debate). In: MELO NETO, José Francisco de; SCOCUGLIA, Afonso Celso. Educação Popular: Outros Caminhos. João Pessoa: Editora Universitária, 1999.
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Segunda-feira, 23 de Março de 2009
Provável folder do 29º ENEPe!!!!
Disponível link para documentos importantes...
Correção da data do 29º ENEPe!!!
Explicações gerais sobre o 29º ENEPe!!!
Procedimento das inscrições no 29º ENEPe!!!
Edital de inscrição de trabalhos no 29º ENEPe!!!
Projeto do 29º ENEPe!!!
► Março (1)
Provável folder do 29º ENEPe!!!!
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