quarta-feira, 17 de junho de 2009

EDUCAÇÃO À DISTÂNCIA E EDUCAÇÃO ABERTA

Por Elaine Rocha, Givanildo de Carvalho, Marcelo Dobrovoski, Myrian Fiorani e Waldirene Lodi.

Com a informatização e as facilidades que a mesma proporciona em nossas vidas, tornou-se muito comum as discussões em torno da Educação à Distância.

A educação a distância foi um grande passo para a democratização do conhecimento intelectual, oportunizando o acesso ao ensino de forma mais fácil. Seu início foi marcado no século XVIII, quando um jornal dos Estados Unidos enviava as matérias anexadas ao mesmo. Porém, existem controvérsias sobre o surgimento dessa modalidade, pois alguns pesquisadores relatam que seu início foi em 1881, pela Universidade de Chicago, através do curso de língua hebraica, e outros consideram seu surgimento em 1890, na Alemanha, ambos por correspondência.

No Brasil, o ensino a distância apareceu somente nos anos sessenta, as aulas eram transmitidas por rádio, com algum material impresso. O Instituto Universal Brasileiro e o Instituto Monitor foram os maiores responsáveis pelo ensino a distância no Brasil, com uma gama maior de cursos, como técnico em eletrônica, secretária, técnico em contabilidade dentre outros. Tivemos também os cursos supletivos, que tiveram grande aceitação da população que optou por essa formação.

Em 1986, com a criação das Lei de Diretrizes e Bases da educação nacional, demos um grande salto na Educação à Distância, pois nesse período constituíram-se os primeiros cursos de nível superior, já regulamentados pelo MEC.

O advento das tecnologias de informação e comunicação – TIC trouxe novas perspectivas para a educação a distância, devido às facilidades de design e produção sofisticados, rápida emissão e distribuição de conteúdos, interação com informações, recursos e pessoas. Assim, universidades, escolas, centros de ensino e organizações empresariais oferecem cursos a distância através de recursos telemáticos, os quais podem assumir distintas abordagens. Conforme Prado e Valente [9] (2002, p. 29) as abordagems de EaD por meio de redes telemáticas podem ser de três tipos: broadcast,
virtualização da sala de aula presencial ou estar junto virtual.

COERÊNCIA EPISTEMOLÓGICA E PRÁTICA

Para alcançar a supremacia pedagógica em Educação Aberta é preciso coerência entre epistemologia, design e programação. É o que defendeu Beatriz Fainholc, da National University of La Plata, que ministrou a palestra "Collaboration Towards Creating Capaciteis Through ICT Distance Education Progrmas: a search for epistemological coherence between their design and its practice".

Para alcançar esta coerência, é preciso haver o diálogo constante entre designers, tutores e programadores. Deixar bastante explícito os fundamentos epistemológicos e tecnológicos. "É preciso estar claro que se quer fazer e o que é possível implementar, aliar expectativa, planejamento e o que é possível", frisou Beatriz.

Além disso, segundo ela, é preciso levar em consideração: a perspectiva sócio-cognitiva para entender, construir e pesquisar interações sociais dos estudantes com os equipamentos tecnológico analisar e escolher propostas educacionais de acordo com o cenário sócio-cultural e a diversidade de autores respeitar a diversidade, e aplicar diferentes alternativas para solucionar problemas complexos.

Um comentário:

  1. Esse blog deveria se chamar Paulo Freire!! Coitado, deve estar dando voltas na "catatumba!!"
    bjs!
    Idade Criativa( Marle, Leila,Antônia, Lena, Lourdes)

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